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Aenfermagem gerontológica: os desafios na prática do



65. Brasil. Resoluç ã o CNE/CES n. 8, de 7 de novembro de 7556. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduaç ã o em Enfermagem. Diá rio Oficial da Uniã o, Brasí lia (DF) 7556 7 nov. Seç ã o 6:87.

Desafios da enfermagem para a cobertura universal de saúde

A falta de iniciativa por parte dos acadê micos durante os está gios també m colabora para a predominâ ncia desses entrevistados mencionaram as estraté gias de superaç ã o utilizadas diante dessas dificuldades no seu iní cio de carreira, dentre elas o desenvolvimento de atividades diá rias, curiosidade e dedicaç ã o para superar esses obstá culos, maturidade e humildade, busca de capacitaç ã o para gerenciar os trabalhos e de ajuda de outros profissionais para o esclarecimento de dú vidas.

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: DESAFIOS PARA

Dos 65 docentes entrevistados, um tinha entre 85 e 85 anos dois, entre 85 e 95 anos cinco, entre 95 e 95 anos e dois, entre 95 e 55 anos. Com relaç ã o ao tempo de conclusã o do curso, verificou-se que um docente tinha 5 aio anos de formado quatro, de 65 a 65 anos dois, de 65 a 75 anos e trê s, de 75 a 75 anos. Constatou-se que, do grupo, trê s afirmaram que já trabalhavam como auxiliar ou té cnico de enfermagem antes do ingresso no curso superior. Quanto ao tempo decorrido entre o té rmino do curso e iní cio do exercí cio profissional, trê s informaram que haviam iniciado a carreira de imediato e sete tê -lo feito entre 7 e 5 meses. Quanto à capacitaç ã o dos profissionais, todos iniciaram suas atividades sem ter cursado nenhuma pó s-graduaç ã o.

REME - Revista Mineira de Enfermagem - Desafios e

O compromisso da enfermagem na construção deste modelo de atenção a saúde vai além da competência técnica do exercício profissional, marca a nossa relação com o outro e a compreensão clara sobre a quem estamos servindo. Esta pergunta não deixa calar os direitos dos usuários do sistema de saúde, justifica as nossas metas de trabalho, nos organiza para as nossas reivindicações, orienta os nossos cuidados e fortalece o nosso compromisso com aquele que é cuidado por nós. O que conduz o desenvolvimento da enfermagem para além dos desafios tecnológicos, contemplando os princípios éticos e humanísticos que devem balizar a vida humana.

Estamos numa era de busca de mudança de atitude, de investimento nas pessoas e valorização do que se sente, se gosta e se quer. Sabemos que essas mudanças não ocorrem de forma tão fácil. Mudar atitudes e comportamentos dos profissionais passa por uma complexidade de relações de âmbito social, comportamental e de poder. O importante é começar.

Hoje percebe-se que no cotidiano profissional o enfermeiro tem se distanciado da prática assistencial, priorizando atividades voltadas ao cumprimento de normas e regulamentos hospitalares, realizando o que é preconizado pela organização e por outros profissionais.

Em relaç ã o ao tempo de conclusã o do curso e iní cio das atividades profissionais, em pesquisa realizada, 6 verificou-se que 68 dos 65 enfermeiros recé m-formados estavam empregados pouco tempo apó s a conclusã o do curso de graduaç ã o, variando o tempo em até trê s meses. Esse dado corrobora nosso estudo, em que todos os docentes-enfermeiros entrevistados obtiveram o primeiro emprego num perí odo inferior a cinco meses.

Realizaç ã o de projetos, pois quando fiz o curso as pesquisas praticamente nã o existiam. Tive que estudar muito para superar falhas no aprendizado durante o curso.

8. Behrens MA. A Formaç ã o Continuada dos professores e a prá tica pedagó gica. Curitiba: Champagnat 6996.

Apesar das atividades propostas pela lei, poré m, percebe-se que os docentes-enfermeiros entrevistados, quando no papel de educadores, tentam sanar as lacunas existentes na grade curricular, sugerindo mais projetos, aumento de carga horá ria e está gios extracurriculares, alé m de enfatizarem a importâ ncia do esforç o e interesse individual dé cada aluno.

Concluir um curso de graduaç ã o significa muito para quem o faz, mas muitas vezes é motivo de grande angú stia e ansiedade. Normalmente, o primeiro emprego é um desafio que acompanha o profissional em seus primeiros meses de exercí cio profissional. O enfermeiro recé m-graduado enfrenta esse desafio com muita inseguranç a e receios, pois encontra inú meras dificuldades, que vã o desde o processo admissional até a adaptaç ã o à s normas e ao processo de trabalho da instituiç ã o. 7

7. Alcâ ntara G. A enfermagem moderna como categoria profissional: obstá culos à sua expansã o na sociedade brasileira 96 tese 98 . Sã o Paulo: Universidade de Sã o Paulo - Escola de Enfermagem de Ribeirã o Preto 6968.

Positivo: Campo de está gio. Negativo: Alguns professores nã o tê m a prá tica.

Inseguranç a, també m acho que falta iniciativa por parte dos alunos durante a graduaç ã o.

Portanto, a movimentaç ã o dos saberes teó ricos e prá ticos dos graduandos significa o refinamento de noç õ es e teorias adquiridas por meio do encontro com vá rias situaç õ es da prá tica, e o docente envolvido nessas atividades precisa conhecer todas as nuances que permeiam esse processo e, com esse conhecimento, contribuir no processo de ensino-aprendizagem. Com isso, os docentes envolvidos no processo de formaç ã o do enfermeiro devem conhecer os desafios, as possí veis problemá ticas e os caminhos existentes que podem auxiliar para o sucesso dessa atividade pedagó gica. 66

É necessá rio que o aluno faç a está gio em unidades de saú de, hospitais, fora do horá rio de está gio.

Dentre as possí veis causas da predominâ ncia dessas dificuldades, destaca-se a falta de oportunidades nos está gios realizados durante a graduaç ã o e que muitas vezes nã o oferecem ao aluno a oportunidade de ver e realizar todas as té cnicas. Dessa forma, os alunos concluem a graduaç ã o levando consigo muitas dú vidas e inseguranç as, causadas pela pouca experiê ncia.

9. Trivinos ANS. Introduç ã o a pesquisa em ciê ncias sociais: a pesquisa qualitativa em educaç ã o. 9 ed. Sã o Paulo: Atlas 6999.

Apó s a aná lise dos relatos dos docentes, foi-lhes solicitado que tentassem sugerir soluç õ es visando à melhoria do ensino de graduaç ã o. Foram obtidas as seguintes contribuiç õ es:

Apesar de saber que é difí cil, estimularia mais a prá tica. Acho que os alunos saem com muita inseguranç a em té cnicas bá sicas, lembrando que a faculdade pouco pode fazer, já que uma grande maioria falta interesse por parte do acadê mico.

Um fator que chamou a atenç ã o foi que um dos entrevistados mencionou como ponto negativo a ausê ncia de atividades voltadas para a pesquisa. Segundo o entrevistado, eles foram formados para prestar assistê ncia. Atual mente, vemos uma mudanç a no modelo de ensino, de sorte que, alé m do conhecimento adquirido para prestaç ã o da assistê ncia as universidades enfatizam o trabalho de pesquisa, por meio de projetos de pesquisa, extensã o e outros.

Melhorar campos de está gios, rever carga horá ria dos está gios e diminuir nú mero de acadê micos por grupo para prá tica.

Positivo: Fomos formados para prestar assistê ncia ao paciente. Negativo: Nã o fomos formados para pesquisa, ou seja, ciê ncia.

São necessárias mudanças nos modelos de atenção a saúde, que exigem transformação e reorganização de processos de trabalho, objetivando uma articulação entre os cenários da educação e do trabalho para definição de princípios e valores éticos acerca da saúde, da segurança e da qualidade dos serviços prestados. Mudanças que possam dar respostas aos desafios demográficos devido ao aumento da população idosa, o desafio epidemiológico devido à predominância de doenças crônico-degenerativas e o desafio do modelo de atenção voltado para as condições agudas tendo em vista a prevalência de doenças crônicas. É urgente que se ampliem as discussões para que seja possível responder de modo eficaz à transição demográfica e epidemiológica atual, superar a fragmentação do sistema.

Os está gios colocam o futuro profissional em contato com té cnicas e procedimentos que surgem, poré m nem todos sã o realizados, pois dependem muito da demanda.

Sobre a realizaç ã o de cuidados aos pacientes, quatro afirmaram que se sentiam preparados para realizar procedimentos e/ou assumir cuidados com o paciente, poré m com inseguranç a quatro afirmaram que se sentiam preparados sem dificuldades e dois afirmaram que nã o sentiam preparados, salientando a falta de preparo e té cnica.

Frequentemente, o profissional recé m-graduado sente-se incapaz e, com isso, insatisfeito com seu trabalho, pois nem sempre consegue realizar com ê xito a funç ã o que é de sua competê ncia, nem mesmo se acha capacitado para assumir determinados cuidados para com seu paciente, pela falta de habilidade, medo de errar 7 e inseguranç a para iniciar determinados procedimentos, gerando situaç õ es que causam angú stia e ansiedade. 6

Os sete enfermeiros que responderam que a instituiç ã o nã o forma o aluno para a prá tica justificaram sua afirmaç ã o da seguinte forma: quatro alegaram que a escola, por si, nã o forma um profissional apto para estar no mercado de trabalho e que alguns conteú dos ficam pendentes trê s disseram que durante o exercí cio profissional mui tas vezes presenciam situaç õ es iné ditas, nã o estudadas em sala de aula um enfermeiro, que respondeu "nem sempre", alegou que alguns professores nã o relacionam a teoria com a prá tica.

8. Boueri AT, Rosá rio MLA, Nasti R, Silva RB, Baptista IMC, Gervá sio SMD. Perspectiva dos acadê micos de enfermagem em relaç ã o ao mercado de trabalho. Rev Eletrô nica Sobragen. 7556 6:6-9.

Com o passar do tempo, as pessoas aprendiam que nem sempre o autoritarismo é a melhor forma de trabalhar e com iniciativa.

7. Vieira ALS, Garcia ACP, Filho AA, Pierantoni CR, Ferraz CA, Oliveira ES, et al. Tendê ncias do sistema educativo no Brasil: medicina, enfermagem e odontologia. Observató rio de Recursos Humanos em Saú de no Brasil. Estudos e Aná lises 7556.

Vale ressaltar que, neste estudo, os entrevistados que afirmaram nã o sentir dificuldades já trabalhavam como auxiliares de enfermagem antes de ingressar no curso superior. Isso demonstra que a destreza no desempenho té cnico somente será adquirida com o tempo e a repetiç ã o do procedimento. Nã o obstante, afirmaram que a maior preocupaç ã o nã o se relacionava à seguranç a em procedimentos e té cnicas, mas, sim, à parte administrativa e é tica da enfermagem. 6

Quando questionados sobre seu preparo para exercera profissã o, todos os entrevistados afirmaram que estavam preparados, poré m com um pouco de inseguranç a. Em relaç ã o à causa dessa inseguranç a, oito sentiram-na ao exercer a funç ã o de enfermeiros gerenciais, enquanto dois afirmaram que nã o se sentiam preparados para a funç ã o de gerê ncia e para a realizaç ã o de procedimentos e té cnicas.

A inseguranç a pode ser encarada pelos recé m-graduados de duas formas possí veis: acomodando-se ao meio encontrado e, nesse caso, sã o capturados pelos serviç os institucionalizados, tornando-se adormecidos percebendo que seus saberes e competê ncias, antes sentidos como fortes, apresentam-se instá veis, faltando habilidade para a imersã o no cuidado. Na verdade, o desvelar da competê ncia adquirida pelo recé m-graduado se faz na interface com o contato com os novos saberes que a desdobram, pelas especificidades locais, e refinamento do objeto de trabalho do qual vai se apropriando nos serviç os. 9

As exigências para o desenvolvimento de processos de trabalho em saúde que sejam coletivos e solidários são recentes e desafiadoras por envolverem questões ético-legais, uma novidade que permeia o trabalho em saúde. Estes processos requerem uma visão voltada para a construção de projetos nos quais os profissionais, docentes, gestores e usuários possam de fato ser co-responsáveis pela produção de um saber-fazer. Por isso, entendemos que o campo da saúde não é privativo de nenhum núcleo profissional na medida em que cuidar de pessoas se constitui em espaços de escuta, de acolhimento, de diálogo, de relação ética entre os profissionais implicados na produção do cuidado. Assim, o trabalho em saúde é, por natureza, um contrato e um projeto coletivo.

Aceitaç ã o por alguns funcioná rios, dificuldades de liderar por tratar todos com igualdade e vencer inseguranç as por situaç õ es nunca vivenciadas.

I Enfermeira formada pela Faculdade Ingá -Uningá
II Enfermeira. Mestre em Enfermagem. Docente do Departamento de Enfermagem da Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Para cumprir a Resoluç ã o nº 696/96, do Conselho Nacional de Saú de, este estudo foi submetido à aprovaç ã o do Comitê Permanente de É tica em Pesquisa Envolvendo Seres Humanos (COPEP), da Unidade de Ensino Superior Ingá (Uningá - Parecer nº 59/7558.

Como se pode observar, os entrevistados acreditam que o campo de está gio é a chave para o desenvolvimento té cnico do acadê mico, poré m muitas vezes ele é insuficiente, seja pela demanda prejudicada, seja pela ausê ncia de procedimentos durante o está gio. Assim, destacam a importâ ncia de está gio extracurricular, uma vez que alguns procedimentos nã o foram suficientemente desenvolvidos durante a graduaç ã o.

De acordo com o artigo 66 da lei número /86 do exercício profissional de enfermagem, uma das atividades privativas do enfermeiro é planejar, organizar, coordenar, executar e avaliar os serviços da assistência de enfermagem. E para tal, se faz necessário que o enfermeiro aprenda e evolua de forma consistente, desenvolvendo competências como a comunicação, relacionamento interpessoal e tomada de decisão.

Parabé a escrever matérias que vislumbre todo esse cotidiano dos enfermeiros. Fico imensamente satisfeita em saber que alcança seu sucesso. Abraços.

Sobre o conhecimento adquirido na graduaç ã o e sua utilizaç ã o durante a prá tica profissional, um nã o respondeu e nove afirmaram que somente os está gios realizados durante a graduaç ã o nã o sã o satisfató rios para preparar os graduandos para exercer a profissã o sem nenhuma dificuldade.

Parabéns Amarildo pela excelente matéria. É com grande alegria que posso dizer que apesar do pouco convívio descobri em você um grande ser humano e o grande profissional que você é. Desejo tudo de bom pra vc e torço pela sua carreira profissional.

Em relaç ã o à inseguranç a dos profissionais, foi possí vel observar que inicialmente ela fez parte da trajetó ria de todos os entrevistados. Pesquisa aponta que dados referentes à s dificuldades enfrentadas pelos enfermeiros no iní cio de carreira sinalizam que estas permeiam toda a iniciaç ã o profissional, independentemente da á rea por eles escolhida apó s o té rmino do curso. 6

9. Fracileni P, Manoel RSJ. A travessia do mundo do ensino de graduaç ã o em enfermagem ao mundo da empregabilidade em saú de: a voz dos egressos da turma de enfermeiros pioneiros da Univali-CE, Biguaç u 96 monografia 98 . Biguaç u: Universidade do Vale do ltajaí 7556.

Portanto, pode-se observar que diversos sã o os desafios encontrados ao iniciar a carreira, poré m cada profissional estabelece uma maneira diferente de superaç ã o desses desafios, e que adquirir experiê ncias com o tempo e procurar ajuda de profissionais mais experientes sã o iniciativas importantes para superar alguns obstá culos.

Ainda em relaç ã o ao conteú do de administraç ã o ministrado na faculdade, verificou-se que existem entre os acadê micos diferentes pontos de vista sobre o conteú do: alguns o julgam adequado, outros, insuficiente. Referem, ainda, nã o ser um conteú do acabado, devendo ser aprofundado na prá tica. 66 Esses dados sã o reforç ados por uma pesquisa 6 em que 85% dos enfermeiros disseram que sentiram dificuldades no primeiro emprego, justificadas pela pouca experiê ncia em lideranç a, dentre outros.

De acordo com os entrevistados, todos eles receberam ajuda de profissionais mais experientes no iní cio da carreira e que para superar essas dificuldades é necessá rio o aprendizado diá rio e a ajuda dos colegas de trabalho.

69. Brasil. Lei nº 9899, de 75 de dezembro de 6996. Lei de Diretrizes e Bases da Educaç ã o Nacional. Brasí lia (DF) 6996 75 dez.

Inseguranç a se me sairia bem na profissã o. Ficava pensando que tinha funcioná rios que tinha minha idade de experiê ncia.

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