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As Obras da Carne - Parte 1 - Estudos Bíblicos



O tema pulsão, que é abrangente, permitiu operar itens relevantes para a sua compreensão. Sendo um processo dinâmico que busca a realização de desejos, propiciou em seu desenvolvimento satisfação e uma melhor compreensão da temática proposta.

AORIGEM DAS ENFERMIDADES SOB A VISÃO ESPÍRITA - Verdade Luz

Também para Laplanche e Pontalis, o termo Instinto designa esquema de comportamento herdado, próprio de uma espécie animal, que pouco varia de um indivíduo para outro, que se desenrola segundo uma seqüência temporal pouco suscetível de alterações e que parece corresponder a uma finalidade.

Circulação da pulsão no aparelho psíquico | FreudLacan

O ego odeia, abomina e persegue, com intenção de destruir, todos os objetos que constituam uma fonte de sensação desagradável para ele, sem levar em conta que significam uma frustração quer da satisfação sexual, quer da satisfação das necessidades autopreservativas.

Apresentação - de família, reprodução e parentesco

Amar e ser amado corresponde a transformação da atividade em passividade. Essa situação é a de amar-se a si próprio, considerado como traço característico do narcisismo. Então, conforme o objeto ou o sujeito seja substituído por um estranho, o que resulta é a finalidade ativa de amar ou a passiva de ser amado, ficando a segunda perto do narcisismo.

Como diz Garcia Rosa, a satisfação é o alvo da pulsão e, somente é obtida pela descarga plena da excitação – o que é impossível. A insatisfação é o estado permanente do ser humano, (apenas com satisfação parcial). A mais explicita atividade sexual, assim como a mais sublimada atividade de um indivíduo, estão eqüidistantes do natural. Supõe-se que a atividade sexual propriamente dita possibilite uma maior liberação da tensão do que uma atividade não sexual. É preciso uma dose certa de satisfação direta, pois, nem tudo pode ser sublimado. O que sustenta a sublimação é o fato dela ser socialmente valorizada.

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No texto de 6969, sobre o Narcisismo, considera: “Narcisismo – é a atitude de uma pessoa que trata seu próprio corpo da mesma forma pela qual o corpo de um objeto sexual é comumente tratado – que o contempla, vale dizer, o afaga e o acaricia até obter satisfação completa através dessas atividades” (p. 89).

A pulsão não atua como uma força de choque momentânea, mas sempre como uma força constante. Os estímulos provenientes da fonte exógena operam como uma força momentânea, podendo ser removido por uma ação adequada, enquanto os estímulos endógenos atuam como uma força constante, contra a qual a fuga é ineficaz.

O alvo da pulsão é a satisfação, que só pode ser alcançada cancelando-se o estado de estimulação na fonte da pulsão. O alvo permanece invariável para todas as pulsões, mas os caminhos podem ser diversos, podendo ter alvos intermediários que podem se permutar produzindo satisfações parciais.

O quadro descrito pela artista, no entanto, difere um pouco do conceito de ninfomania, que, segundo o psicólogo clínico Samir A. Mourad, da Equilybra Clínica de Psicologia, é caracterizada pelo desejo sexual intenso associado à falta de controle.

Na medida em que a pulsão sexual representa uma força que exerce uma “pressão”, a libido é definida por Freud como energia dessa pulsão. É esse aspecto quantitativo que vai prevalecer no que se tornará, a partir da concepção do narcisismo e de uma libido do ego, “a teoria da libido”.

É difícil apresentar uma noção satisfatória da libido. Não apenas a teoria da libido evoluiu com as diferentes etapas da teoria das pulsões, como o próprio conceito está longe de ter recebido uma definição unívoca.

Os termos pulsões de autoconservação e pulsões do eu são comumente empregados como sinônimos. Pulsões de autoconservaçao designa as necessidades ligadas às funções corporais cujo objetivo é a conservação da vida do indivíduo. Por se supor que o eu esteja a serviço da conservação do indivíduo, faz-se corresponder as pulsões de autoconservação às pulsões do eu, empregando-se os termos como sinônimos.

No artigo sobre Pulsões e Destinos de Pulsão, Freud aponta quatro destinos para as pulsões sexuais, e que trata dos destinos do representante ideativo.

A tentativa de fazer uma distinção da natureza do órgão de onde provém o estímulo é modificada no texto sobre o Narcisismo, onde Freud estende a erogeneidade a todos os órgãos do corpo.

A psicanálise mostra que a pulsão sexual no homem está estreitamente ligada a um jogo de representações ou fantasias que a especificam. Só ao fim de uma evolução complexa e aleatória ela se organiza sob o primado da genitalidade e reencontra então a fixidez e a finalidade aparentes do instinto.

Também no texto de Freud, ‘O caminho da Formação dos Sintomas’,[67] diz que o objetivo da atividade mental no sentido de obter prazer e evitar o desprazer é no sentido de dominar as quantidades de excitação que atuam no aparelho mental e em conter sua acumulação, capaz de gerar desprazer. Um caminho que conduz, da fantasia, de volta à realidade é o caminho da arte. Um artista é, em princípio um introvertido. Deseja conquistar honras, poder, riqueza fama e o amor das mulheres mas faltam-lhe os meios de conquistar essas satisfações. Afasta-se da realidade, pela capacidade de sublimação e frouxidão nas repressões, e transfere toda libido para as construções plenas de desejo. Consegue através de sua fantasia alcançar as honras, poder e amor almejados.

Além dos prejuízos morais, a paciente também põe a própria saúde em risco, já que, na ânsia pelo sexo, dificilmente tem consciência de usar preservativo. Pode, inclusive, sofrer lesões na região genital devido à masturbação ou penetração muito frequentes.

Pulsões de Morte designa uma categoria fundamental de pulsões que se contrapõe às pulsões de vida e que tendem para a redução completa das tensões, isto é, tendem a reconduzir o ser vivo ao estado anorgânico. Voltadas inicialmente para o interior e tendendo à autodestruição, as pulsões de morte seriam secundariamente dirigidas para o exterior, manifestando-se então sob a forma da pulsão de agressão ou de destruição”.[…] As pulsões de vida tendem a constituir unidades cada vez maiores, e a mantê-las. As pulsões de vida, também designadas pelo termo “Eros” , abrangem não apenas as pulsões sexuais propriamente ditas, mas ainda as pulsões de autoconservação (Laplanche e Pontalis, p. 957)[75]

O objeto de um instinto (pulsão) é a coisa pela qual ele atinge a sua finalidade. O objeto não é necessariamente algo estranho: poderá igualmente ser uma parte do próprio corpo do indivíduo. Pode ser modificado quantas vezes for necessário no decorrer das vicissitudes que o instinto (pulsão) sofre na sua vida, sendo que esse deslocamento do instinto (pulsão) desempenha papéis altamente importantes (Freud,6965, p. 698).[9]

O ódio que se mescla ao amor provém de fases preliminares do amor não inteiramente superadas. Isso nos permite compreender como o amor, com tanta freqüência se manifesta como ambivalente, acompanhados de impulsos de ódio contra o mesmo objeto.

As excitações decorrentes do mundo externo só chegam a y via f, o que já é um fator de amortecimento dessas intensidades, e a condução de f a y se faz através de uma ramificação progressiva, onde f chega a y através de caminhos que se bifurcam e portadores de uma pequena parte da Q originária.

Na medida que o ego é auto-erótico, não necessita do mundo externo, mas em conseqüência das experiências sofridas pelos instintos de autopreservação, ele adquire objetos daquele mundo e, na medida em que os objetos constituem fontes de prazer, ele os introjeta e expele o que se torne causa de desprazer.

O sistema y de neurônios é alimentado a partir de uma fonte exógena, através do sistema f de neurônios, e outra endógena que atinge diretamente o sistema y núcleo.

As fases preliminares do amor surgem como finalidades sexuais provisórias. Na fase mais elevada da organização sádico-anal pré-genital, a luta pelo objeto aparece sob a forma de uma ânsia de dominar, para o qual o dano ou o aniquilamento do objeto é indiferente. Depois de estabelecida a organização genital é que o amor se torna o oposto do ódio.

A pulsão tem sua fonte no corpo. A fonte da pulsão é um processo excitador interno a um órgão, e sua meta imediata consiste em cancelar esse estímulo do órgão. Os órgãos do corpo são, portanto, a fonte exclusiva das pulsões (p. 87).

A intensidade das pulsões que se originam no corpo e atuam na mente são distinguidos por qualidades diferentes. Freud propôs distinguir dois grupos de pulsões primordiais: as pulsões do ego ou de autoconservação e as pulsões sexuais.

Por fonte da pulsão entende-se aquele processo somático, interior a um órgão ou a uma parte do corpo, cujo estímulo é representado na vida anímica pela pulsão.

Pulsões de vida e pulsões de morte apresentam-se sempre misturadas. Enquanto as pulsões de vida são numerosas e ruidosas, a pulsão de morte é invisível e silenciosa.

Originalmente, no começo da vida mental, o ego é catexizado com os instintos(pulsões), sendo, até certo ponto, capaz de satisfazê-los em si mesmos. Denominamos essa condição de narcisismo, e essa forma de obter satisfação de auto-erótica. Nessa ocasião, o mundo externo não é catexizado com interesse, sendo indiferente aos propósitos de satisfação. Durante esse período, o sujeito do ego coincide com o que é agradável, e o mundo externo, com o que é indiferente. Se definirmos o amor como relação do ego com suas fontes de prazer, a situação na qual o ego ama somente a si próprio e é indiferente ao mundo externo, ilustra amor – ódio, como primeiro dos opostos que encontramos para o amor. (Freud, 6965,) [67]

O objeto da pulsão, é aquilo no qual ou pelo qual ela pode atingir seu alvo. É o mais variável na pulsão não está ligada originalmente a ela apenas pela sua peculiar aptidão para possibilitar a satisfação.

A sublimação é um processo que diz respeito à libido objetal e consiste no fato de o instinto (pulsão) se dirigir no sentido de uma finalidade diferente e afastada da finalidade de satisfação sexual nesse processo a tônica recai na deflexão da sexualidade. A idealização é um processo que diz respeito ao objeto – que é engrandecido e exaltado na mente do indivíduo ( p. 666).

O Retorno para a Própria Pessoa se torna plausível pela reflexão de que o masoquismo é, na realidade, o sadismo que retorna em direção ao próprio ego do indivíduo, e de que o exibicionismo abrange o olhar para o seu próprio corpo. A essência do processo é a mudança do objeto, ao passo que a finalidade permanece inalterada.

A pulsão pede um objeto, mas que não é específico, mas que se liga a pulsão pela sua peculiar aptidão para possibilitar a satisfação, que está ligada a história do sujeito, aos seus desejos e fantasias. O objeto não é concebido como uma coisa do mundo que se oferece à percepção mas como uma síntese de representações que Freud denomina “representação – objeto”. O objeto do investimento pulsional, assim como o objeto de desejo é uma representação e não um objeto externo no sentido de uma coisa-do-mundo.

Por pressão de uma pulsão entende-se seu fator motor, a soma de força ou a medida da exigência de trabalho que ela representa.

Designa para Freud as pulsões de morte enquanto voltadas para o exterior. A meta da pulsão de agressão é a destruição do objeto.

Passamos agora a conhecer os caminhos ou as vicissitudes da pulsão. Garcia Rosa, refere que Freud utilizou outros termos para definir vicissitudes, como destino, aventura. Triebschicksale pode ser traduzido como vicissitudes ou caminhos da pulsão, porém vicissitudes mantém presente a idéia de errância que é a marca da pulsão. O alvo da pulsão é a satisfação, mas o caminho em direção ao alvo não se dá de forma direta e imediata mas passa pelo objeto. Este caminho esbarra nas exigências da censura, e esta é a razão porque Freud apresenta os destinos da pulsão como sendo ao mesmo tempo variedades da defesa contra as pulsões. A pulsão não pode ser destruída, mas uma vez tendo surgido ela busca a satisfação, mesmo que parcial. Para Freud existem dois representantes psíquicos da pulsão: a idéia e o afeto.

A coisa caracteriza-se pela sua “posição autônoma” e pode ou não tornar-se um objeto na medida em que se coloca diante de nós, seja numa percepção ou numa lembrança. O que caracteriza uma coisa é o fato dela manter-se em si mesma como autônoma.

Thinkstock A educação repressiva pode desencadear a ninfomania na mulher, que busca o sexo compulsivamente como forma de compensação

A sublimação descreve algo que ocorre com a pulsão, mas que corresponde à libido de objeto e para isso o objeto precisa ser aceito ou valorizado socialmente. O artista transfere seu interesse, sua libido para a fantasia, obtendo um alívio e consolo provisório. Também o artista possibilita aos outros extraírem prazer e alívio de suas próprias fontes inconscientes obtendo assim gratidão e admiração.

Uma vez ocorrida a transformação em masoquismo, a dor é muito apropriada para proporcionar uma finalidade masoquista passiva, pois temos todos os motivos para acreditar que sensações de dor, assim como outras sensações desagradáveis, beiram a excitação sexual e produzem uma condição agradável, em nome da qual o sujeito, experimentará de boa vontade o desprazer da dor.
Uma vez que sentir dor se transforme numa finalidade masoquista, a finalidade sádica de causar dor, também pode surgir, retrogressivamente, pois, enquanto essas dores estão sendo infligidas a outras pessoas, são fruídas masoquisticamente pelo sujeito através da identificação dele com o objeto sofredor. Não é a dor em si que é fruída, mas a excitação sexual concomitante.(Freud, p. 699) [66]

"A ninfomania tem um diagnóstico difícil, é preciso olhar diversos aspectos e ouvir vários relatos. No entanto, quando a atriz diz que não há sofrimento, podemos presumir que não há compulsão", descreve.

No texto de Garcia Rosa, Freud se refere a coisa como objeto perdido, embora nunca o tenhamos tido, e que deve ser reencontrado. Ele é um vazio, que se encontra além da representação, podendo apenas ser pensado. Freud supõe um momento mítico, no começo de tudo, quando teríamos a posse da coisa. Daí por diante, seríamos lançados numa busca infindável dessa coisa perdida, embora nunca a tenhamos tido verdadeiramente. Nessa procura da coisa, forma-se a trama das representações através dos caminhos da memória. Essa busca é regida pelo princípio do prazer. O aparato psíquico, tendo como referência a experiência de satisfação, produz uma ação específica cujo objetivo é reproduzir essa experiência. É a demanda do desejo satisfeito que funda o inconsciente humano.

A pulsão está além da distinção entre consciente e inconsciente, para além portanto do espaço da representação, não se fazendo presente no psiquismo a não ser por seus representantes psíquicos.

No texto de Garcia Rosa sobre a pulsão, Freud utiliza quatro termos importantes para a compreensão da pulsão: pressão, alvo, objeto e fonte. A montagem da pulsão nos quatro aspectos apontados acima, embora o termo pulsão seja empregado pura e simplesmente, se refere a pulsão sexual.

Escrever este trabalho foi gratificante e, com certeza, me remeteu a outros caminhos que se seguirão em outros trabalhos e na busca de um maior conhecimento.

O ego da realidade original que distingue o interno do externo por um critério subjetivo se transforma num ego de prazer purificado. Isola uma parte do próprio eu, que projeta no mundo externo e sente como hostil. Após esse novo arranjo, as duas polaridades coincidem mais uma vez: o sujeito do ego coincide com o prazer e o mundo externo com o desprazer ( com o que anteriormente era indiferente).

O objeto é tal como se dá à nossa experiência, enquanto que a coisa-em-si, é o que se encontra para além do fenômeno e, portanto, para além de qualquer experiência possível. A coisa em si não pode ser conhecida mas pode ser pensada.

Para Freud, no Projeto, os neurônios y devem ser divididos em dois grupos: os neurônios do pallium, que são catexizados a partir de f, e os neurônios nucleares, catexizados a partir das vias endógenas de condução. As vias de condução y se enchem por soma até ficarem permeáveis (o que permite a soma é a pequenez de cada estímulo).

Na sublimação há que se manter um mínimo de atendimento às exigências corporais, o que significa que a sublimação está a serviço do sexual ao invés de se dar às expensas do sexual. Se toda satisfação fosse obtida por sublimação, talvez faltasse a intensidade necessária para comover nossa corporeidade ( Garcia Rosa, p. 685).

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