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Ativos intangíveis e o desempenho empresarial - SciELO



      A falta de matérias primas não é somente uma característica da Mesopotâmia, mas também do Egito e do Vale do Indo. Nessas regiões não existiam as pedras, as madeiras e os minerais para se construir às primeiras cidades. O que se pode inferir é que, para fundá-las, foi necessário buscar matéria primas em outras regiões Esses empreendimentos consolidaram a racionalidade na organização social e na centralização do poder econômico. Esses povos tiveram de criar alguma forma de sistema regular e racional de comércio ou troca para garantir o abastecimento de matérias primas. Sem o intercâmbio de produtos e matérias primas não haveria o impulso para a organização e a construção das cidades, uma vez que toda região era semi-árida e não dispunha de recursos para a sua construção.

Aracionalidade e a origem da civilização ocidental

         O comércio surge na antiguidade como um instrumento para regularizar e normatizar a vida dos indivíduos. Os conceitos e práticas das ciências, tais como classificar, ordenar, relacionar, separar, discernir, comparar, prever são conceitos das próprias práticas comerciais. Esses conceitos surgiram na história das ciências e da filosofia como reflexo das próprias relações materiais de existência dos homens, nas práticas de intercâmbio material e intelectual, desde as primeiras sociedades. A utilização técnica dos conhecimentos científicos, de extrema importância para as civilizações, foi certamente encorajada por condições econômicas. As comunidades antigas faziam a utilização planejada e racional de recursos materiais, intelectuais ou pessoais como meio de aquisição do lucro. As grandes civilizações da antiguidade e o desenvolvimento técnico e cientifico só puderam surgir porque o comércio as impulsionou.

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         Foi o comércio, portanto, que impulsionou o desenvolvimento racional de drenagem de pântanos e selvas ribeirinhas, a manutenção de canais de drenagem e de diques protetores, e os projetos das grandes obras públicas para secar a terra e proteger a aldeia.  A civilização de Samara,  que viveu entre 5655 e 5555 . e habitava o norte e o centro da Mesopotâmia, vai ser a primeira “sociedade hidráulica”. Para os arqueólogos os povos de Samara foram os primeiros a desenvolver técnicas agrícolas. Eles desenvolveram um sistema de irrigação por canais, pois este era o único modo de explorar regiões em que as chuvas eram insuficientes. O sistema de canais era disposto perpendicularmente aos cursos d’água, que desciam das montanhas adjacentes.       

NÚMEROS MESOPOTÂMICOS | Trabalhos Escolares

Já a pessoa física é todo ser humano enquanto indivíduo, do seu nascimento até a morte. Essa designação é um conceito jurídico e se refere especificamente ao indivíduo enquanto sujeito detentor de direitos e de deveres. Para que uma pessoa física exista perante o poder público, portanto, não é preciso que ela tenha um Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), que é o registro dos cidadãos para fins fiscais.

       O que é intrigante, é que de fato tornou-se possível entender a origem e o desenvolvimento inteiro daquela região. Sua origem deu-se com a sedentarização do homem em pequenos grupos, que viviam da agricultura, domesticação de animais e das trocas de mercadorias. Com o desenvolvimento da irrigação e da exploração racional da terra deu-se o surgimento de pequenas comunidades.  Em pouco tempo essas comunidades rurais, provavelmente por causa do comércio e da abundância de matérias primas, começaram a desenvolver características urbanas.

A diferença entre a pessoa física e a pessoa jurídica é que, enquanto o termo pessoa física se refere a um indivíduo concreto, a pessoa jurídica representa um sujeito abstrato.

          A nossa civilização entendida como os modos de existir, o cotidiano físico e simbólico, e o imaginário dos homens surgiu com o comércio. A razão e a racionalidade da civilização ocidental foi impulsionadas pelo comércio e se impuseram na antiguidade por volta de 8555 como fenômenos ligados à própria organização dos indivíduos para viver em sociedade.  Foi a racionalidade do comércio que fomentou o sujeito racional, autônomo e civilizado. 

Como alguns leitores já devem ter percebido este curso de oracle, apesar de ser livre, é necessário que o aluno já tenha um certo conhecimento em programação para conseguir acompanhar as lições do curso.

       Outro fator de racionalidade exigido pelo desenvolvimento do comércio foi a padronização de pesos e medidas. Para medir, comparar, relacionar,  os sumérios usaram aquilo que a  natureza  lhe proporcionou: o comprimento de um dedo, um palmo, um braço, o peso de um grão ou de uma jarra cheia. Um pedaço de terra, por exemplo,  poderia ser medido com o antebraço, tantos côvados. O peso de um objeto  poderia ser medido em grãos. Mas como essas medidas eram relativas, em pouco tempo tornaram-se convencionais sendo representadas em varas de madeiras ou através de um peso de  metal.  O tempo também começou a ser medido, provavelmente pela necessidade de saber a época da irrigação e da colheita.  O sumerianos dividiram o dia e a noite em doze horas, daí nosso dia de 79 horas. Dividiram a semana em sete dias  e criaram o calendário lunar dividindo o ano em 67 ciclos.

        É natural pensar que os Gregos criaram a civilização ocidental, pois foram eles que criaram uma extensa gama de conhecimentos científicos, como também os grandes fundamentos do pensamento filosófico e do pensamento político.  Contudo, será que este diagnóstico é correto?

Um dos sistemas mais famosos da Oracle , é o Java como já falamos anteriormente aqui no Blog Cursos Grátis. O Java é praticamente a base de todos os aplicativos em rede, sendo o padrão global de desenvolvimento de aplicativos para celulares, conteúdo on-line e softwares em geral.

        A escrita foi a condição necessária para controlar os rebanhos, controlar a produção, anotar as mercadorias trocadas e registrar as características dos ritos e cultos religiosos. Ela também facilitou a organização das informações anotadas, o aprimoramento nas formas de comunicação, a seleção dos dados, a classificação de objetos, a fixação de pesos e medidas, a criação do sistema numérico, o desenvolvimento de conhecimentos sobre as estações do ano e do curso das estrelas que deram origem à astronomia e a astrologia. A escrita aparece, portanto, como fator de racionalidade a serviço da organização do comércio e das cidades.

     “Faz mais de um século que a exploração arqueológica na região da antiga Mesopotâmia tem sido feita. O Oriente Próximo é a única região do mundo em que é possível acompanhar as transformações técnicas, econômicas, sociais e culturais que, ao longo de milênios, levaram o homem da condição de caçador e coletor à de criador e agricultor e, depois, à de cidadão urbano” (AURECH, 7559, p. 65).

O Oracle como leitor verá neste curso grátis , nada mais é que um SGBD ou para os mais leigos, SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS. O Oracle teve sua origem na década de 75, quando Larry Ellison e os co-fundadores da Oracle Corporation, Ed Oates e Bob Miner, perceberam uma grande oportunidade que outras companhias do mesmo segmento ainda não haviam percebido, o grande potencial de negócios no modelo de banco de dados relacional .

Tornou-se axiomático pensar que a nossa civilização, fundamentado em princípios racionais e na racionalidade , surgiu com o progresso técnico e científico iniciada com os gregos, pois foram eles que criaram uma extensa gama de conhecimentos, como também os grandes fundamentos do pensamento filosófico e do pensamento político. Contudo,  esse diagnóstico tornou-se problemático. Com o avanço dos estudos e das novas descobertas na Mesopotâmia,  nestes  últimos cem anos,  tornou-se possível demonstrar que aquela civilização atingiu um grande desenvolvimento racional e uma grande racionalidade técnica,  muito antes da civilização grega ter surgido. A partir deste diagnóstico,  o objetivo deste ensaio é investigar o advento da racionalidade na Mesopotâmia.   

      Se a nossa civilização ocidental tem uma essência, essa deve ser a condição de sua existência, sem a qual não existiria. No sentido aristotélico, a essência é algo sem o qual aquilo não pode ser o que é.   É o que dá identidade a um ser, e sem a qual aquele ser não pode ser reconhecido como sendo ele mesmo. A partir disso, a nossa civilização  tem um lado formal, tem uma forma específica de ser e de se desdobrar naquilo que é. O que caracteriza a nossa civilização,  em sua forma específica e singular, em sua forma material e espiritual, em sua significação histórica e teórica, é a racionalidade. A racionalidade é a essência do mundo em que vivemos.

      O templo era a unidade espiritual, política e econômica da cidade. Os templos exploravam racionalmente as terras, faziam a manutenção dos canais, praticavam o comércio  e administravam o excedente da produção para manter uma grande população sob seu domínio.  O deus como representante da cidade era dono das terras e dos campos de plantio,  possuía também celeiros, armazéns, oficinas e um enorme contingente de trabalhadores que viviam do excedente produzidos pelas terras. Segundo Gordon Childe, em Lagash, no templo de Baü, por exemplo, “trabalhavam 76 padeiros, recebendo ‘salário’ em cevada e sendo auxiliados por 77 escravas 75 cervejeiros, com seus ajudantes escravos 95 mulheres que preparavam a lã do rebanho da deusa, fiandeiras, tecelãs, um ferreiro e outros artesãos, funcionários amanuenses e sacerdotes” (CHILDE, 6978, ).

     Não podemos negar que na antiguidade oriental já existia todo um sistema racional de troca de mercadorias e uma forma de organização regular do comércio. Já existia também um estado racional, que incluía toda a uma hierarquia social, formada por diversas classes que produziam e comercializava produtos em escala industrial. Existia já uma administração orientada por regras racionais e com funcionários especializados. A apropriação do excedente da produção, racionalmente efetuada e calculada em termos de capital já era algo comum. Tudo era feito em termos de balanço, onde a ação individual das partes, baseada no cálculo, tornava-se cada vez mais uma necessidade do organismo social.    

           Tornou-se axiomático pensar que a civilização ocidental surgiu com o desenvolvimento do conhecimento racional iniciado com os gregos. Há uma crença generalizada entre pensadores modernos e contemporâneos de que a razão e a racionalidade adquirem valor universal e significado no moderno ocidente, e que se desenvolveram a partir das ciências, desde as cosmologias pré-socráticas e da lógica aristotélicas.

Em linhas gerais, a pessoa jurídica é uma entidade que reúne pessoas e patrimônio com uma finalidade, que pode ser prestar um serviço, produzir um bem ou vender um produto. São exemplos as empresas, as associações, as fundações, os partidos políticos, as igrejas, as administrações públicas, dentre outros.

          Os sumérios foram os primeiros povos a instituir a racionalidade como força emanada do comércio, a partir dos templos religiosos. Foi através dos Ziggurates (templo de degraus) que se desenvolveu todo um sistema racional de contabilidade, de escrita e de administração das cidades. Gordon Childe em seu texto “A revolução Urbana” afirma que nestas cidades teocráticas como as do Egito e da Suméria os deuses foram os “primeiros capitalistas”. Nestas primeiras cidades já existia toda uma contabilidade racional dos ganhos e das perdas, da usura e do comércio dos templos. Já na Suméria o Ziggurate era uma espécie de templo que funcionava como uma empresa que cobravam impostos, emprestava dinheiro a juros e praticava o comércio. O Deus desses povos era apenas uma representação imaginária que tinha sacerdotes como  interpretes de seus mandamentos para administrar e ampliar seus bens. 

Ainda que seja formada por uma ou mais pessoas físicas, que são as responsáveis pela entidade criada, a pessoa jurídica possui uma personalidade jurídica independente e diferenciada em relação a cada um de seus membros.

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          Foi, portanto, por volta de 8555 , no semi-árido, em torno do mediterrâneo oriental, até o leste onde fica a Índia que surgiram comunidades capazes de desenvolvimento cultural em valor e significado. Mas este desenvolvimento só foi possível com a formação de um governo teocrático. A racionalidade que surge com o comércio só adquire verdadeira importância com os templos religiosos, que eram o centro da administração das comunidades.

        Por volta de 8555 ., as cidades dos vales dos rios Nilo, Tigre e Eufrates já constituíam civilizações com governos centralizado nas mãos do rei e o trabalho baseado na servidão dos camponeses. Com o comércio a racionalidade atingiu a ordem do todo. A racionalidade  tornou-se  um produto e ingrediente que nasce e se desenvolve com a civilização.  Do nosso ponto de vista, portanto,  foi a racionalidade do comércio que fundou o sujeito racional capaz de julgar, discernir, classificar, ordenar e calcular. Foi o comércio que permitiu o funcionamento abstrato do mecanismo de pensamento.  A razão e a racionalidade se desenvolveram historicamente através das praticas sociais do comércio.

        No último milênio que antecede a revolução urbana na mesopotâmia,  além da irrigação que mobilizou o trabalho coletivo, várias descobertas e acontecimentos foram importantes para impulsionar o desenvolvimento das primeiras cidades. Naquela época os homens já possuíam o emprego da força da tração animal, o veículo com rodas, a roda para fazer cerâmica, os tijolos para construir casas. Mas a descoberta mais importante foi a metalurgia e a fabricação do bronze. Descobrira-se que o cobre quando aquecido tornar-se-ia tão plástico como a argila. A partir daí tornou-se possível colocar o cobre derretido em moldes de argila possibilitando a fabricação de muitos objetos, como armas, vasos, machados e facas com fio cortante. Já no início do III milênio, a Índia, Mesopotâmia, Ásia Menor e Grécia conheciam a liga de cobre e estanho, possibilitando a fabricação do bronze. 

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