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Comicidade - Dicio, Dicionário Online de Português



Fale! Responda! Eu oiço-o, mais, eu oiço-o muito bem e oiço tudo… vá! Diga! Antes disso, permita-me, sim, permita-me, sabe que por eu ser Juiz, eu que tirei o curso com muito custo, vendi pasteis de nata para pagar as propinas porque o meu pai não pôde pagar para conseguir alimentar meus irmãos… histrionicamente.

Curso de Clown e Comicidade - Lisboa - Evoé Escola de Actores

Este homem que se considera impoluto, acima de qualquer suspeita, exemplo da Virtude, da Ética e da Moral, crente na imagem que o próprio tem de si e que não tem pejo em propalar, decide sobre a vida de terceiros! Tem Poder e exerce-o! Crê na sua Verdade e despreza a Verdade dos seus pares, de testemunhas e de arguidos.

Comicidade e cinema mudo- Dramaturgia de esquetes cômicos

Tudo isto que aconteceu esta semana é grave e preocupante mas, felizmente, também foi positivo: agora, já não é surpresa para muitos o conteúdo da caixa!

Comicidade e Riso. Vladimir Propp - História

– O Sr. “Dôtor”, para alguém que está habituado a dar entrevistas e a falar desalmadamente, o “Dôtor” gagueja muito. Sabe que o fadista Tristão da Silva era gago mas cantava muito bem! Olhe, com todo o respeito, cante! Bom, diga lá então o porquê de se sentir na obrigação de dizer publicamente que pagou os 65 mil euros ao arguido Figueira e achou que devia em Tribunal fazer a “Apologia do Figueira”? Sabe o que é uma apologia, não?! o Juiz Carlos Alexandre

Sobre a cópia do currículo do filho (dele, Carlos Alexandre) encontrada no escritório do Dr. Paulo Blanco (também arguido no “Caso Fizz”) alegou: “O meu filho também tem direito a ter uma carreira. O Orlando Figueira era meu amigo e eu dei-lhe o currículo do meu filho”. Engraçado, porque quando o Dr. Alexandre ouviu-me no meu processo, considerava, criticando, que eu dispunha de muito tempo para dar aulas e não deveria pensar em ter uma carreira no privado!

Carlos Alexandre, Juiz justiceiro, impoluto, e, convém acrescentar, presciente, aconselhou o amigo, Dr. Orlando Figueira, a não sair da Magistratura, a sair dos processos de Angola, terá mesmo dito ao agora arguido Figueira (é assim que o Juiz Alexandre trata aqueles que não são Comendadores como o Dr. Ricardo Salgado) que, citamos: “Não podes receber nada enquanto estiveres no público, isso é um absurdo”.

O Dr. Carlos Alexandre sabe muito melhor do que eu (pelo menos tem essa obrigação) que “Inocência” não é um veredicto, “não culpado 8776 é! Sabe que “Inocência” ou “o Inocente” é “publicidade”, não é Lei!

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– Assim não vamos a lado nenhum! Sabe o que eu acho? o Juiz Carlos Alexandre aos gritos acho que o Sr.”Dôtor” que diz a tudo e a todos que é a Virtude encarnada está agora apertado porque andou a pedir emprestado dinheiro a alguém que está metido num autêntico pântano, e o sr. “Dôtor” está a tentar puxá-lo das areias movediças onde também se encontra! Um padre que me deu aulas sempre me dizia: “Pela boca morre o peixe!” Conhece o ditado, Dr. Alexandre? – colérico.

Cristão devoto, praticante, o Juiz Alexandre não visitou o seu conhecido Dr. Orlando Figueira na prisão, no momento em que este mais precisava, porque “não queria que alguém pensasse que tinham combinado o depoimento”  que prestou. Amizade? Salvaguarda dos interesses do Dr. Figueira? Ou premeditação?

Esta semana que passou, o Dr. Carlos Alexandre, Juiz, compareceu na 76ª Sessão de Julgamento do “Caso Fizz”, e, qual Deus ex machina , com um discurso assertivo, mordaz e repleto de ironia (conforme noticiado) iluminando o colectivo de Juízes e ferindo as íris dos presentes, repôs a Verdade!

É esta a locução latina que o sacerdote pronuncia ao marcar com cinza a fronte dos fiéis, na “Quarta-feira de Cinzas”, recordando as palavras de Deus a Adão após o pecado original.

Imaginem o Dr. Carlos Alexandre, Juiz, testemunha no “Caso Fizz”, encontrar o Juiz Carlos Alexandre! Como seria? Seria assim, como na nossa peça?

Atenção, Dr. Alexandre! Leia o seu Aristóteles: tudo aquilo que encontrei nas suas declarações sobre o seu amigo Dr. Figueira é pura e simples, mas também falível, opinião!

Eu, assistindo ao noticiário televisivo, não vi a cruz na fronte do Juiz Alexandre aquando da sua chegada e sequente saída da 76ª Sessão do Julgamento do “Caso Fizz”, pelo contrário, observei, atendendo às suas declarações, o recidivar no pecado da soberba!

E, já agora, também foi somente opinião aquilo que despachou no meu processo, e noutros (veja-se o caso do Sr. Paulo Pereira Cristóvão, por exemplo) aquando da fase de Instrução, uma vez que nada do que concluiu se verificou em Julgamento!

E não é que já surtiu efeito!!? O Dr. Orlando já está em liberdade plena! MESMO depois de ele próprio ter ASSUMIDO os crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais! Só falta ter uma condenação inferior a 5 anos, suspensa na sua execução porque o indivíduo é primário (isto porque confessou se não as provas passavam de robustas, como afirmou a Relação, a insuficientes sendo absolvido com direito a pedido de indemnização!).
É o que VERGONHOSAMENTE temos na nossa pobre Justiça pobre e ela sim, condenadíssima!!

Mas a nossa JUSTIÇA(falsa)pertence a meia dúzia dos que andam por aí
Infelizmente é isto que temos,mas as altas figuras deste País, não querem ver nem interessa ver!

Encenemos uma pequena peça teatral, como o fez Hamlet para observar o comportamento de seu tio que matou o irmão, pai de Hamlet, ou como magistralmente escreveu Shakespeare: “The play`s the thing wherein I`ll catch the conscience of the King” Será que a nossa pequena farsa vai “apanhar” a consciência do Dr. Alexandre?

O verdadeiro Magister dos Escolásticos foi Aristóteles, vejamos o que nos diz o “Mestre” na sua “Ética a Nicómaco”: “[…] Admitamos, então, a existência de cinco meios mediante os quais a alma enuncia a Verdade, quer quando afirma, quer quando nega. São eles: a técnica, a ciência, a sabedoria prática, a sabedoria, a inteligência – mas não a crença e a opinião, porque podem induzir-nos em erro. […]”

Tanta Virtude e Estoicismo só para os outros? Permita-me, Dr. Carlos Alexandre, dar-lhe um conselho, invocando Séneca: “Queres saber qual a medida Justa das riquezas? Primeiro: aquilo que é necessário! Segundo: aquilo que é suficiente!”

Novamente invocando a Crença e a Fé conhecida do Dr. Alexandre (e que merece todo o meu respeito) e porque no calendário do Ano Litúrgico encontramo-nos na Quaresma e no Tríduo Pascal: Memento, Alexandre, quis pulvis es et in pulverem reverteris (“Lembra-te, Alexandre, de que és pó e ao pó hás-de voltar”)

Afirmar que alguém é ingénuo, conhecido pela alcunha “o Inocente”, ou assegurar que alguém não é corrupto porque durante 77 anos nunca detectou um “traço de corrupção”, vale tanto quanto garantir que amanhã sairá o número “77” no Euromilhões!

– Diga lá então, Dr. Alexandre! Como?!? Acredita piamente na inocência do Dr. Figueira?! Ora essa! Então como é que o senhor se posiciona relativamente à confissão do arguido Figueira quanto à prática dos crimes de branqueamento de capitais e fraude fiscal?!?

Carlos Alexandre, Juiz, foi apresentar a Verdade ao Tribunal, até porque se não fosse a Verdade não iria: Amicus Plato, sed magis amica veritas. Como Aristóteles, Alexandre, o Juiz, apesar de ser amigo ( amicus ) de Orlando Figueira é-o mais da Verdade ( veritas )! Ou não?

Esta questão dos 65 mil euros, será que foi isso que motivou a prestação do Juiz, melhor, do “Super-juiz” Dr. Carlos Alexandre?

– Desembuche homem, eu tenho todo o tempo, apesar de não meter ajudas de custo porque isto para mim é uma demanda, o “bom combate” como dizia S. Paulo, isto é a minha “estrada para Damasco” … responda, vamos o actor que está a representar o papel do Juiz Carlos Alexandre que interroga o Carlos Alexandre, juiz.

Parabéns pelo texto.
Um retrato muito fiel deste Sr. Dr. Juiz que se considera o único detentor da verdade. O pior é que há mais uma meia dúzia (?) deles que se defendem corporativamente de uma forma vergonhosa.
Vejam o programa 8775 Governo Sombra 8776 desta semana e percebem melhor!
Obrigado pela sua coragem!

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sousa os meus parabens pelo seu o povo ainda adormecido um dia haverá de acordar pois algo de muito mau prevejo para o futuro dos nossos filhos ,tudo aonde esse mexe todos têm medo tal é a caixa de pandora ,é a corporação da nossa magistratura.

Vamos “julgar” esta prestação do Dr. Alexandre como ele o faz, tendo em conta a informação de que dispomos no momento e que pode evoluir durante o Julgamento (foi assim que o Dr. Carlos Alexandre justificou o facto de decisões suas serem revogadas ou a percentagem de condenações efectivas, após a sua intervenção, ser praticamente 5%! Não é 5% porque eu fui condenado! Conforme entrevista ao jornal “Expresso”).

O grau de presciência do Dr. Carlos Alexandre é tal que chegou ao ponto de perguntar ao amigo, Dr. Figueira, relativamente ao trabalho em Angola: “Achas que é só isso?”

Afirmar que o Dr. Orlando Figueira é uma pessoa “confiável, leal e correcta, credível e trabalhadora”, vale tanto na boca do Dr. Alexandre como na boca das centenas de testemunhas abonatórias que comparecem nos julgamentos, arroladas pelos arguidos!

Deus ex machina (“Um deus (que desce) por meio de uma máquina”): “Expressão que designa a intervenção, numa peça de teatro , de um ser sobrenatural que surge no palco por meio de um engenho, e, no sentido figurado, o desenlace, mais feliz do que verossímil, de uma situação trágica”.

Um autêntico luzeiro em forma de homem de baixa estatura, o Dr. Alexandre emocionou-se, revoltou-se, indignou-se, criticou, invectivou, apostrofou e finalmente lá chegou ao que ia: testemunhar no âmbito do Julgamento do seu conhecido Dr. Orlando Figueira.

Parabens!
Parabens pela forma como descreve a situaçao.
É muita sapiência junta.
E 8775 a Guarda nao vê isto 8776 ?
Um abraço.

As questões anteriores só as coloquei porque ainda estava “em personagem”, ainda estava a representar o Juiz Carlos Alexandre, ainda estava a conjecturar, a deixar-me conduzir pelo preconceito, pelo verniz de uma falsa Virtude!

Vamos observar a “regra de ouro” do Novo Testamento, algo que o Dr. Alexandre conhece: “Tudo o que desejais que os outros vos façam, fazei-o também a eles” (Mateus, 7, 67).

A sua comicidade, Dr. Alexandre, seria engraçada não ocupasse o senhor a posição que ocupa, não encerrasse a mesma o Poder que a caracteriza, desta forma é perigosa a comicidade!

Flexuoso, o Dr. Carlos Alexandre, completamente descontextualizado, oferece-nos verborreia entediante que nos permite compreender a razão pela qual Petrónio cortou as veias durante o “reinado” de Nero. (leiam o texto que aqui deixei há um ano, “Alexandre, o Pequeno Beato” é só “clicar”!)

Garantir que o Dr. Figueira diria a si (Carlos Alexandre) se o tivessem corrompido, é como esperar que eu diga agora onde está todo o dinheiro e ouro com o qual fui corrompido (ou pelo menos onde me prometeram que estaria!).

A comicidade de tudo isto é enorme, desmesurada para quem, como eu, já foi interrogado pelo “super-juiz” Dr. Carlos Alexandre e teve que pacientemente ouvir a “flebite discursiva”, a soberba e a pretensa superioridade ético-moral!

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