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ESTUDO COMPARATIVO DOS MÉTODOS COPROLÓGICOS DE LUTZ, KATO



Ao levar este estudo para casais à sua igreja, destaque situações nas quais não queremos fazer porque o outro também não faz. Por exemplo, Vemos a pia com louça para lavar, mas não lavamos 8775 porque se o João não lavou, eu também não lavo. Vai ficar aí 8776 .

OS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DA EFICIÊNCIA E EFICÁCIA DA

6.° O singular não é objeto de ciência. Em primeiro lugar, a monografia, pelo simples fato de se referir a um único exemplo, nunca pode esgotar o assunto. Era já essa a objeção formulada por

Métodos de avaliação de imóveis | Perfectum

Seja qual fôr o seu interesse e o seu alcance, nem o método histórico-comparativo, nem o método estatístico poderiam satisfazer o sociólogo. É necessário completar esses dois métodos com um terceiro, que permita levar a análise mais longe, remontando a estados de sociedade, em certo sentido, mais simples: o método etnográfico e, especialmente, o estudo dos grupos sociais chamados primitivos.

ESTUDO DA INFERÊNCIA ESTATÍSTICA

Mas a estatística é mais alguma coisa que um simples meio de descrição racional. É, também, um método de experiência e de prova, porque é um método de análise. Bowley diz que as estatísticas permitem obter uma representação simples de conjuntos complexos e verificar se essas representações simplificadas têm relações entre si. Vejamos, por exemplo, o desemprego: isolaremos primeiro, por processos apropriados, o que é atribuível às variações das estações e depois estudaremos as variações em período mais longo. Verifica-se, como mostraram Bowley e Simiand, uma nítida analogia com os processos do método experimental: Em que se distingue — escreve Simiand — este conjunto de operações, no seu princípio, do conjunto de operações pelas quais o estudo de um movimento material complexo, em qualquer das ciências da natureza, separa e isola sucessivamente cada um dos movimentos componentes e estuda separadamente o que produz cada um deles?

No entanto, há pelo menos um caso em que é permitido falar de simplicidade, num sentido mais rigoroso: é o da técnica. A este respeito, parece, efetivamente, que se pusermos de parte os recursos que aqui ou além o meio natural poderia fornecer, a técnica humana partiu de métodos relativamente simples que, graças às lições de uma experiência ativa, se foram complicando e precisando constantemente. Lucien Febvre falou de uma certa monotonia primitiva , bem diferente dessa monotonia artificial e limitada, de resto sempre precária, que o homem moderno tende a criar com os meios cada vez mais aperfeiçoados de que dispõe. A monotonia primitiva parece, precisamente, explicar-se, em grande parte, pela insuficiência da técnica humana no seu início.

Em conclusão, é sempre o sentimento das interdependências e a noção, tão fundamental em sociologia, dos conjuntos que devem guiar a interpretação.

Mas inversamente, se não devemos simplificar excessivamente as relações que a estatística nos revela, não devemos apressar-nos a negar as que não se nos revelem ao primeiro golpe de vista. Verifica-se, por exemplo, uma subida dos salários em seguida às greves, mas tanto nas profissões que não estiveram em greve como nas outras. Deveremos concluir que a greve não é uma causa da subida dos salários? Não temos esse direito, afirma Simiand, porque não está demonstrado que o montante dos salários, no primeiro grupo de profissões, seja independente dos salários daquelas em que houve greves.

social era um produto de evolução, um produto histórico. Mas não haverá perigo em parecer generalizar conclusões que só são válidas para o sistema econômico, tão especial — e talvez tão estranho — sobre o qual se fizeram as comparações?

elementos propriamente religiosos, elementos econômicos, elementos filosóficos, etc. Pode dizer-se o mesmo do potlatch: forma arcaica da permuta, mas também conjunto de cerimônias rituais, festins, jogos, danças, casamentos, adoções, etc. Existe o mesmo sincretismo nos códigos arcaicos, nos quais as interdições jurídicas aparecem misturadas com prescrições religiosas, regras de civilidade, quando não são receitas de cozinha ou conselhos de higiene. O mesmo 8766 sincretismo aparece ainda nas formas arcaicas da moral, da arte e da ciência, que, ao contrário do que afirmava Durkheim, se encontram numa espécie de estado de simbiose com a religião.

O pai família cristão precisa se espelhar na bondade e justiça de Abel para conduzir seu lar. Abel separou o que tinha de melhor para ofertar a Deus, assim como devemos levar nossa família a fazer o mesmo. O sacerdote do lar deve ensinar seus filhos e insentivar sua esposa a ofertarem sempre o melhor a Deus.

Este estudo para casais também pode ser direcionado somente aos homens (maridos), aos adolescentes ou até mesmo somente às mulheres (esposas).

Que texto bem explicado e bom! Maridos e esposas precisam se conscientizar da boa representatividade cristã no lar e na família, para gerar bons frutos e colaborar na missão da propagação do evangelho, através do exemplo e da convivência da palavra dentro do lar! Afinal, o lar é a primeira igreja onde revelamos o nosso verdadeiro 8775 eu 8776 e onde temos que vencer desafios de relacionamentos e onde podemos praticar e viver os ensinamentos de Cristo. Por isso as famílias são consideradas os pilares da igreja!

Vamos tomar como base para este estudo para casais uma das histórias mais conhecidas da bíblia, que a narrativa sobre os irmãos Caim e Abel, em Gênesis 9. Neste curto texto podemos aprender bastante sobre o comportamento do homem e o que devemos ou não fazer, como agir, ou não. Neste estudo para casais vamos fazer uma rápida reflexão sobre Caim e Abel, e sobre que podemos aprender com eles para nosso relacionamento familiar. Se você está lendo este estudo para casais com objetivo de levar uma palavra ao grupo de casais de sua igreja, recomendamos que você leia o capítulo 9 de Gênesis.

E não se julgue que as monografias dos geógrafos não são também assim. Nessas monografias regionais de que falamos atrás, revelava Simiand, já em 6965, sensíveis diferenças de orientação: o estudo propriamente físico do solo, do clima, etc, muito desenvolvido em certos estudos, mal aparece esboçado noutros, ao passo que, no estudo de Vacher sobre o Berry, a geografia propõe-se explicar esses caracteres físicos partindo de considerações históricas e políticas, e que, ainda num outro, o de Jules Sion, o autor parece tomar como objeto de estudo mais os homens do que o solo. Mas teremos ocasião de falar mais largamente sobre este ponto, no último capítulo desta obra.

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Do exposto anteriormente conclui-se que os métodos da sociologia não poderiam ser em sua essência diversos dos das ciências experimentais. Proceder a priori, seria voltar a cair na ilusão das explicações subjetivas e tomar como evidente o que nos é familiar, por inteligível o que é, simplesmente, um elemento. Proceder dedutivamente, por exemplo: partir do postulado de uma natureza humana , cujas tendências seriam em toda parte e sempre as mesmas, seria esquecer que essa mesma natureza humana é função das condições sociais, e que, por conseguinte, está em via de perpétua evolução.

Em resumo, uniformidade e simplicidade são os dois caracteres que, para Durkheim, definem as sociedades primitivas : Ao mesmo tempo que tudo é uniforme, tudo é simples. Nada é mais tosco que esses mitos compostos de um só e único tema que se repete sem fim, como esses ritos que são feitos de um pequeno número de gestos eternamente repetidos.

Já vimos quais foram, de início, as ambições da estatística. Essas ambições ainda se encontram em certos modernos cultores da estatística, como G. VON Mayr, aos olhos de quem a estatística está bem próxima de formar uma ciência social distinta. No entanto, hoje em dia quase todos concordam em ver nela, não uma ciência, mas um instrumento de método (Durkheim) ou uma técnica, um método de estudo (SIMIAND).

Ora, não somente, como indica Lacombe na sua crítica a La méthode sociologique de Durkheim, este postulado é muito discutível, porque corresponde a transformar em ordem histórica a série lógica que leva do simples ao complexo, mas também esses dois caracteres não parecem aplicar-se rigorosamente às sociedades primitivas. Parece, efetivamente, que a uniformidade é, por vezes, mais aparente que real e, especialmente, que o famoso conformismo das sociedades primitivas, que faria do indivíduo um simples reflexo do grupo, nem sempre é tão estrito como nas nossas sociedades atuais.

Este método permitiria, a acreditar em seus partidários, estudar a sociedade na sua evolução, na sua vida, no seu dinamismo, enquanto que todos os outros conduziriam a uma sociologia estática. É assim que P. Bureau critica Durkheim por estudar com os seus métodos não o já feito e o acabado , mas o envelhecido e o velho, o que amanhã será caduco e depois de amanhã desusado , e desconhecer as instituições sociais que se elaboram e se experimentam, tímida e, por vezes, dolorosamente, ainda muito modestas e desprezadas pelas pessoas de qualidade para terem direito de cidadania e se exprimirem nessas sentenças imperativas que tão bem ficam às pessoas que venceram na vida.

Por outro lado, os geógrafos da escola de Vidal de la Blache preconizaram, por oposição ao método analítico e comparativo dos sociólogos , as monografias regionais, de que podemos encontrar modelos nos estudos, já antiquados, de Demangeon sobre a Picardia, de Blanchard sobre a Flandres, de Vacher sobre o Berry, de Jules SION sobre os camponeses da Normandia oriental, ou no notável e

Por outro lado, por que razão se há de fazer incidir o estudo especialmente sobre a família? O seu discípulo Paul Bureau não no-la deixa ignorar:

Na realidade, a questão é puramente metodológica. O que devemos perguntar é se, efetivamente, a monografia constitui um método, que possa levar a uma determinação e a uma interpretação satisfatória dos fatos sociais. Seja-nos permitido recordar aqui alguns princípios elementares que, parece-nos, têm andado muito perdidos de vista nesta discussão:

Lionel Bataillon julga, igualmente, poder afirmar que a diferença de atitude (entre partidários do método analítico e partidários do método monográfico regional) provém de uma diferença de concepção das reações recíprocas do homem e do meio. Os primeiros imaginariam os homens passivos diante das forças naturais , ao passo que os segundos estariam penetrados da idéia de que o homem atua sobre a natureza tanto como a natureza atua sobre o homem.

Nestas condições, se é preciso tomar como ponto de partida os fatos, o concreto, não será o melhor método o que descreve atenta e minuciosamente casos especiais e convenientemente escolhidos, isto é, o método monográfico ?

A história propriamente dita, mesmo se a considerarmos como o conhecimento do singular, do acidental , mesmo se, como escrevia Mantoux em 6958, ela não passar de uma narração, uma descrição, um quadro , continua a ser indispensável à sociologia. Qualquer investigação sociológica — escrevia com razão o mesmo historiador — deve ser precedida de uma preparação histórica. Por isso mesmo, Durkheim, nas suas Régles de la méthode sociologique, designava a história comparada como o instrumento por excelência da investigação sociológica, de preferência, mesmo, à etnografia, de que êle próprio e a sua escola deviam fazer tão largo uso.

Não sabemos muitos sobre a personalidade de Caim, mas é bem evidente que falamos de uma pessoa invejosa, ingrata, orgulhosa, vaidosa e mentirosa. Em 6 João 8:67 lemos “Não como Caim, que era do maligno, e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más e as de seu irmão justas”. Aqui podemos encontrar uma dica que Caim era uma pessoa má a ponto de matar seu irmão, apenas pelo fato de Abel ser bom.

É claro que a determinação dessa gênese necessita sempre, pelas razões que indicamos a propósito da noção de causa, a comparação de vários desenvolvimentos históricos. Durkheim dá-nos ainda aqui, como exemplo, as transformações do parentesco desde a sua forma essencialmente materna até à sua forma atual, em que é duplo, ao mesmo tempo paterno e materno, passando pela formação do parentesco agnático (quer dizer, exclusivamente paterno) e seguindo, através da história, as relações de uma com a outra.

Fonte incomparável de informação, método de análise, a história comparada é, por isso mesmo, um método de explicação: Com efeito, explicar uma instituição é prestar contas dos diversos elementos que servem para formá-la, é mostrar as suas causas e as suas razões de ser. Mas como descobrir essas causas senão reportando-nos ao momento em que elas foram aparentes, quer dizer, em que elas suscitaram os fatos que procuramos compreender? Ora, esse momento fica atrás de nós. O único meio de conseguir saber como cada um desses elementos nasceu é observá-lo no próprio instante em que nasceu e assistir à sua gênese: ora essa gênese teve lugar no passado e, por conseqüência, só pode ser conhecida por meio da história (Durkheim).

O seu papel é, em primeiro lugar, como disse um eminente cultor da estatística, A.-L. Bowley, dar uma descrição quantitativa da sociedade considerada como um todo organizado. Trata-se de definir, de delimitar as classes, de especificar as características dos membros dessas classes, de lhes medir a importância ou a variação, etc.

Por outro lado, o chefe da casa deve saber agir com justiça, não apenas com os demais membros da família, mas até com consigo mesmo. Ao buscarmos a característica de uma pessoa justa, devemos examinar a nós mesmos, ao nosso coração e evitar que governemos nosso lar com tirania, passando por cima das necessidades de nossos familiares.

gerais, tais como os fenômenos demográficos, a nup-cialidade, a natalidade, o suicídio, etc, sobre os quais — diz Durkheim — temos informações estatísticas bastante extensas e variadas. Nesses casos podemos, com efeito, comparar as variações do fenômeno conforme as províncias, as classes sociais, os habitats rurais ou urbanos, os sexos, as idades, o estado civil, etc. Foi um método análogo que Simiand aplicou ao estudo das variações do salário.

Sobretudo, não nos devemos apressar a estabelecer relações de causalidade entre fenômenos que pareçam dever ser correlativos. Certas relações podem ser imediatamente eliminadas, e o método estatístico constitui aqui uma espécie de experimentum crucis. Por essa razão se tem, com freqüência, afirmado, seguindo Le Play e a sua escola, a influência da religião sobre o salário. Ora, a experiência estatística mostra que os fenômenos religiosos são uma simples condição geral, totalmente indireta. Esta observação aplica-se aos fenômenos jurídicos, mesmo quando se trata da legislação protetora do trabalho, cuja ação sobre os salários seria verossímil se se mostrasse mais eficaz. A mesma observação podemos, finalmente, fazer a respeito dos fenômenos políticos, apesar de, com freqüência, eles suportarem, na opinião, o castigo ou o mérito das vicissitudes econômicas de que são contemporâneos ou antecedentes.

sendo os católicos mais numerosos nos campos e os protestantes nas cidades ou nas regiões mais submetidas às influências urbanas. Será por serem polacos ou camponeses ou por não serem protestantes, que os católicos, na Prússia, se suicidam pouco?

Não entraremos, a este respeito, em detalhes técnicos que fazem parte das matemáticas. Vamos limitar-nos a examinar as suas condições gerais de aplicação à sociologia.

A história apresenta, nesta matéria, uma grande superioridade sobre a monografia do contemporâneo, do atual. É que ela nos mostra os fenômenos sociais na sua evolução, no que têm de vivo e de dinâmico. A história, escreviam Langlois e Seignobos na sua célebre Introduction aux études historiques, mostra-nos a relatividade de todas as coisas e a incessante transformação das crenças, das formas de arte, das instituições.

O método etnográfico apresenta, evidentemente, um certo número de dificuldades e, antes de qualquer outra, a própria definição do primitivo.

Entre os povos considerados primitivos , nem todos estão no mesmo grau , e, em boa verdade, alguns deles, como os povos do grupo malaio-poli nesiano, não merecem, por forma alguma, esse qualificativo: Fala-se — diz Mauss — em primitivos: na minha opinião, só os australianos, os únicos sobreviventes da era paleolítica, merecem esse nome. Todas as sociedades americanas e polinesianas estão no período neolítico e são agrícolas todas as sociedades africanas e asiáticas já passaram da idade da pedra e são agrícolas e providas de animais domésticos. É impossível, portanto, sob qualquer ponto de vista, enfileirá-las no mesmo plano.

Dispõe o sociólogo de uma outra fonte de informação, que pode tornar-se um verdadeiro método de análise e de explicação: é a história comparada.

Não somente é indubitável que muitos desses povos qualificados de primitivos têm, na realidade, atrás de si, uma longa história, mas, além disso, se é absurdo fazer do selvagem um degenerado ou um atrasado , no sentido patológico da palavra, não é menos certo que, com freqüência, se podem descobrir nele verdadeiras regressões. Era o que já fazia notar Spencer, a quem, no entanto, com freqüência e sem o menor escrúpulo, se censura um evolucionismo demasiadamente simples e, até certo ponto, unilinear:

Quando lemos que Abel separou sua oferta, Gênesis 9:9, fica claro que ele separou o que tinha de melhor, e sua oferta foi aceita. Abel não se preocupou com seu lucro, o que restaria para ele de seu rebanho. Abel ofereceu sua oferta com alegria e dedicação, querendo, em primeiro lugar, agradar o seu Senhor. Em Mateus 78:85 lemos uma referência de Abel como sendo um homem justo.

Terminamos este estudo para casais recomendando que você faça um comparativo de Caim e Abel em seu lar e veja o que precisa ser melhorado.

Voltando ao texto de Gênesis, podemos ler que após matar Abel, Caim é questionado, pelo Senhor, onde estava seu irmão. Caim, de certa maneira, chega a ser insolenete e irônico ao responder “por acaso sou eu tutor de meu irmão”.  Ele tentou se esquivar de sua responsabildiade. Assim, muitos homens também tentam fugir de suas responsabildiades, tentando justificar seus erros.

7.° A interpretação exige ainda mais precauções. É necessário, não somente alargar a exploração estatística por um período bastante longo, mas também levá-la até a um certo grau de análise. Devemos desconfiar das médias, quase sempre enganadoras. Vamos tirar mais um exemplo a Simiand. Consultando superficialmente as estatísticas, pareceria que, quando o salário se eleva, a produtividade se eleva paralelamente: é, pelo menos, o resultado que parece obter-se quando se tomam os fatos no princípio e no fim de um período relativamente longo. Mas, se observamos mais de perto e de uma forma contínua, verificamos que, quando o salário se eleva, a produtividade não sobe e até mesmo baixa, e que, em seguida, o salário se mantém estacionário ou até desce, ao passo que a produtividade se eleva.

ainda recente estudo de Demangeon e Febvre acerca do Reno. Em vez de tomar por base um elemento social, como a habitação (formas da casa, distribuição das aglomerações, etc), o povoamento, a irrigação, a localização das indústrias, etc, e de lhe estudar as variações no tempo e no espaço, escolhem uma região geograficamente delimitada e estudam todos os fenômenos que nela ocorrem e as relações entre esses fenômenos e ela.

6.° Uma boa estatística não é tão fácil de organizar como, geralmente, se ju: 8766 a. Uma estatística não é uma simples contagem, e por isso o método estatístico se opõe ao método monográfico, que procede, precisamente, a contagens e a medidas sobre um único objeto (por exemplo, uma família). Pelo contrário, o método estatístico faz desaparecer o singular e o individual para pôr em evidência o geral e o social. Para haver estatística, é necessário que nos encontremos em presença de um conjunto

Por conseqüência, a monografia pode, no máximo, fornecer-nos — e, repetimos, de maneira incompleta — um dado que então se apresenta com a complexidade e, também, com a ambigüidade da realidade. Complexo indivisível , diz-nos Hauser. Indivisível, portanto incompreensível. Porque, se é verdadeiramente rebelde à análise, não pode ser cientificamente conhecido.

Porém, se o método estatístico é precioso para o sociólogo, nem sempre é fácil de manejar. E é necessário precisar: 6.° , as condições de organização 7.° , as condições de interpretação das estatísticas.

De resto, se compararmos os fatos apontados pelos autores de monografias ou os quadros por eles fixados, apercebemo-nos bem depressa de que certas ordens de fenômenos, aproveitadas por uns, são postas de lado por outros, que aquilo que parece essencial na descrição deste é relegado para o segundo plano na descrição daquele. É assim que a representação da vida , que não ocupava o mais pequeno lugar na nomenclatura de Henri de Tourville, se torna, na de Paul Bureau, um dos elementos da trindade organizadora , ao lado do lugar e do trabalho , ao passo que o País , que era um dos quadros da vida pública na primeira, desapareceu na segunda.

São estas as três formas do método comparativo indicadas por Durkheim nas Régles de la méthode sociologique. Observemos, no entanto, que a primeira cabe melhor no método estatístico e que a terceira recorre, necessariamente, à etnografia para chegar às formas elementares. Nisso voltaremos a falar mais adiante. Só a segunda pertence plenamente à história*

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