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Mulher no mercado de trabalho: pesquisa sobre o dia da mulher



86,9% acreditam que as mulheres devem reportar o assédio à diretoria ou ao RH da empresa. No entanto, na prática, essa decisão não é assim tão simples. 67,6% das mulheres que já sofreram assédio sexual no ambiente de trabalho não denunciaram o caso à empresa. Mais triste ainda é saber que 57,8% das que fizeram a denúncia não foram apoiadas, e 79,6% foram parcialmente apoiadas.

As mulheres no local de trabalho – e em casa - Sociedade

Entretanto, apesar da suma importâ ncia da mulher no mercado de trabalho, nã o existia igualdade entre o homem e a mulher. As mulheres recebiam menos e trabalhavam mais que os homens. Hoje essa realidade vem mudando, tendo a mulher os mesmos direitos que os homens, garantidos pela Constituiç ã o Federal.

Mulher aproveita pausas no trabalho para se masturbar

Pensando nisso, para contribuir com este debate, o Opinion Box realizou uma pesquisa sobre a mulher no mercado de trabalho. A pesquisa abordou temas como assédio, respeito e diferenças salariais entre homens e mulheres.

Sociologia: Mulheres no mercado de Trabalho: tendências e

Não é preciso ser um especialista para saber que a competência profissional da mulher não é responsável pela desigualdade de gêneros no ambiente de trabalho . Segundo o IBGE, elas costumam ter níveis de desempenho escolar mais altos que os dos homens , mas ainda assim recebem menos.

87,8% das entrevistadas e 78,7% dos entrevistados acreditam que existe alguma forma de assédio contra as mulheres onde trabalham atualmente.

Nota-se que desde 6988, as leis vê m se preocupando em extinguir a discriminaç ã o da mulher trabalhadora. Como mã e, deve-se ter alguns tratamentos diferenciados, afinal a mã e e o bebê necessitam de maiores cuidados e proteç õ es. Fora essa situaç ã o peculiar que é a maternidade, a mulher deve ser tratada com todos os direitos e deveres iguais ao do homem, e é papel da sociedade, atravé s da educaç ã o, acabar com a discriminaç ã o em razã o do sexo.

Portanto, a proteç ã o apenas no papel nã o adianta, é preciso mudar o pensamento da sociedade, para que aí sim a mulher possa concorrer igualmente com os homens.

Em caso de aborto nã o criminoso, a mulher terá direito a um repouso remunerado de duas semanas. No caso de adoç ã o, a mã e també m terá direito ao salá rio-maternidade.[78]

[78]RUSSOMANO, Mozart Ví ctor. Comentá rios à consolidaç ã o das leis da previdê ncia social : aprovada pelo Decreto. a lei n de . 6976. Sã o Paulo: Revista dos tribunais, .

Face ao exposto, nota-se que a mulher deve ser protegida em razã o das diferenç as fí sicas existentes entre homem e mulher. A proteç ã o exacerbada acaba tornando a contrataç ã o mais difí cil e dando espaç o à discriminaç ã o. Qual o chefe que vai preferir contratar uma mulher com tantas restriç õ es, se ele pode contratar um homem com muito menos proteç ã o? Por essa razã o, é necessá rio certos cuidados com as proteç õ es e restriç õ es.

Podemos tirar algo de positivo de todos esses números alarmantes? Sim! 69,8% acreditam que a situação das mulheres no mercado de trabalho vai melhorar, e apenas 5,6% acham que ainda pode piorar.

Ao analisar o texto, é possí vel compreender o papel importante que a mulher sempre exerceu na sociedade, sempre lutando em favor de seus direitos, muitas vezes se sujeitando a salá rios inferiores aos dos homens, para poder trabalhar e ajudar no sustento da famí lia. Entretanto, é notó rio que no Brasil o preconceito contra a mulher no â mbito do trabalho ainda existe, e é de extrema importâ ncia que isso seja abolido de nossa sociedade.

Observa-se que ao longo da histó ria da legislaç ã o, houve muitos avanç os em relaç ã o ao trabalho da mulher. Num primeiro momento, protegeu-se demasiadamente, chegando a prejudicar a mulher no momento da contrataç ã o. Depois, a superproteç ã o foi retirada, ficando apenas a proteç ã o necessá ria e a igualdade dos sexos.

No mês de fevereiro, o Opinion Box entrevistou homens e mulheres do nosso Painel de Respondentes. O objetivo da pesquisa foi avaliar as condições da mulher no mercado de trabalho.

Para celebrar o Dia internacional da Mulher, o Opinion Box preparou uma pesquisa sobre a mulher no mercado de trabalho. Confira os resultados!

A lei de 6995 estabelece ainda que o rompimento do ví nculo empregatí cio por ato discriminató rio dá a opç ã o ao empregado de reintegraç ã o &ldquo com ressarcimento integral de todo o perí odo de afastamento, mediante pagamento das remuneraç õ es devidas, corrigidas monetariamente, acrescidas dos juros legais&rdquo , ou ainda, a &ldquo percepç ã o, em dobro, da remuneraç ã o do perí odo de afastamento corrigida monetariamente e acrescida dos juros legais&rdquo .[98]

O debate aberto sobre a igualdade de gênero e o aumento das denúncias parecem estar tendo algum impacto. 77,6% dos homens disseram que mudaram a forma como se relacionam com as mulheres no ambiente de trabalho.

[69]LOPES, Cristiane Maria Sbalqueiro. Reforma trabalhista e previdenciá ria e direitos da mulher&sup6 . As perspectivas da relaç ã o de trabalho no í lia: Escola Superior do Ministé rio Pú blico da Uniã o,p. 55, 7556.

O trabalho realizado em condiç õ es insalubres, perigosas e penosas, també m já foi proibido. Contudo, com a constituiç ã o de 88 e a igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres, essa restriç ã o contida na CLT també m se tornou incompatí vel com o texto constitucional e, portanto, foi revogada pelo legislador.[88]

No Brasil, a legislaç ã o sobre proteç ã o à maternidade teve influê ncia das Convenç õ es da OIT de n. 8 de 6969, e de n. 658 de 6957.[76]

Por fim, para vivermos em uma sociedade justa, é preciso extinguir esse preconceito, como diz a Constituiç ã o Federal em seu artigo 5° , tratando igualmente homens e mulheres, tanto nos direitos quanto nas obrigaç õ es.

Como se não bastasse a dificuldade em ter as mesmas oportunidades que os homens, nós mulheres ainda temos que enfrentar outra situação absurda: o assédio no trabalho.

O Dia Internacional da Mulher surgiu durante uma Conferência na Dinamarca, em 6965, mas ganhou força mesmo a partir de 6975. Neste ano, a ONU oficializou a data, tornando-a um marco importante no mundo todo.

A situação é ainda mais grave do que parece. 57,8% das mulheres que trabalham ou já trabalharam se sentiram prejudicadas em algum momento em sua trajetória profissional simplesmente por serem mulheres. Além disso, 55,7% das entrevistadas acreditam que teriam tido mais oportunidades de trabalho se fossem homens. E 88,5% dos homens concordam que teriam tido menos oportunidades se fossem mulheres.

O salá rio-maternidade é uma prestaç ã o previdenciá ria, ou seja, nã o é o empregador que paga o salá rio da empregada que vai dar à luz. Isso contribui para que nã o haja uma discriminaç ã o, pois se o empregador tivesse que pagar o salá rio das gestantes e apó s o parto, nã o contrataria mulheres.[77]

Alé m das duas restriç õ es já mencionadas acima, també m existe as restriç õ es das horas extras e do trabalho com peso. Depois de ter sido revogada a proibiç ã o do trabalho noturno e do trabalho em condiç õ es insalubres, perigosos e penosos, pela lei n. 7855, de 6989, o trabalho extraordiná rio continuava proibido no art. 876 da CLT, salvo forç a maior. Todavia, mais de 65 anos apó s a Constituiç ã o de 6988, pela lei n. , de 7556, o dispositivo foi revogado, pois já nã o atendia à realidade social.[89]

[96]RUSSOMANO, Mozart Victor. O empregado e o empregador no direito brasileiro. de Janeiro: Ed. José Konfino, 6959, p. 666.

Já o artigo 5° da CF, é mais generalizado, mas també m abarca a relaç ã o empregatí cia[89]:&ldquo I - homens e mulheres sã o iguais em direitos e obrigaç õ es, nos termos desta Constituiç ã o.&rdquo [95]

A constituiç ã o da OIT realç a a necessidade de proteç ã o ao trabalho da mulher. Posteriormente, começ am a ser editadas convenç õ es e recomendaç õ es sobre o tema. A Declaraç ã o Universal dos Direitos do Homem, de 6998, versou sobre regras de nã o-discriminaç ã o por motivo de sexo. També m foi aprovada a Convenç ã o da ONU, de 6979, sobre a eliminaç ã o de todas as formas de discriminaç ã o contra a mulher.[7]

No dia 8 de março é celebrado o Dia Internacional da Mulher. A data vem ganhando força a cada ano com o crescimento do movimento feminista e da luta pela igualdade de gêneros. Por isso, este é um momento importante para refletir sobre o papel da mulher na sociedade atual.

Uma mulher aproveita os intervalos de trabalho para se masturbar.

Nadia Bodoky, uma escritora australiana, avanç ou que esta é a melhor forma de aliviar o stress e manter-se focada no trabalho. A escritora recomenda a todos os colegas e leitores que faç am o mesmo.

Embora o pensamento de que a mulher deve ser responsável pelo lar e os filhos enquanto o homem trabalha fora já seja bastante ultrapassado nossa realidade ainda é longe de ser igualitária para ambos os sexos. Vivemos novos tempos onde a mulher no trabalho ganha uma nova forma de independência.

A igualdade se configura como uma eficá cia transcendente, de modo que toda situaç ã o de desigualdade persistente à entrada em vigor da norma constitucional deve ser considerada nã o recepcionada, se nã o demonstrar compatibilidade com os valores que a Constituiç ã o, como norma suprema proclama.[65]

Neste conteúdo, você vai entender melhor como é a situação atual da mulher no trabalho. Descubra como mantê-la motivada para que faça a diferença no dia a dia da empresa! Ficou curioso? Então vamos lá!

Você pode, por exemplo, fazer a pesquisa com homens, com mães ou com pessoas que moram em um determinado estado. Nós iremos enviar a sua pesquisa apenas para as pessoas que fazem parte do perfil escolhido, e em poucos dias você terá as respostas completas.

Nossa legislaç ã o, influenciada pelas normas internacionais, possuiu durante mais de meio sé culo, um cará ter altamente tutelas em relaç ã o à s mulheres, em geral, estabelecendo restriç õ es que hoje nã o mais se justificam na sociedade contemporâ nea.[66]

Nota-se que a proteç ã o à maternidade concede à mã e um perí odo remunerado para cuidar de seu filho recé m-nascido. Entretanto, ao voltar da licenç a, muitas vezes a empregada acaba sendo demitida, por ter tido filho. Alé m disso, apesar do empregador nã o ser responsá vel em pagar o salá rio-maternidade, ele terá certos gastos extras com a licenç a da gestante, pois será preciso contratar outra pessoa para substituí -la.

Todavia, apesar da CF colocar homens e mulheres em igualdade e condenar a discriminaç ã o em razã o do sexo, na prá tica, a discriminaç ã o ainda ocorre. Hoje, as empresas querem que o funcioná rio se doe totalmente ao trabalho e, no momento da contrataç ã o, se a mulher é casada ou possui filhos, muitas vezes acaba nã o sendo contratada, pois mulher casada pode ter filhos e isso gera licenç a e filho tem problemas que,à s vezes, só as mã es podem resolver, gerando as faltas.

O direito deve ir se modernizando juntamente com a sociedade, desse modo, extinguir tais artigos foi muito importante para as mulheres, afinal, muitas restriç õ es ao trabalho da mulher nã o tem mais nenhum fundamento, e só servem para aumentar a discriminaç ã o. Para que haja igualdade entre homens e mulheres, deve-se dosar as restriç õ es ao trabalho da mulher, para que essa igualdade nã o se torne só no papel.

A Constituiç ã o federal de 6988 estabeleceu que a gestante tem direito a um perí odo de 675 dias de afastamento sem prejuí zo do emprego e do salá rio. Depois, a lei 8768/96 explicitou que a segurada tem direito à licenç a de 78 dias antes do parto e 97 dias depois do parto, totalizando 675 dias.[79]

XX - proteç ã o do mercado de trabalho da mulher, mediante incentivos especí ficos, nos termos da lei [.]

Por fim, continuou em vigor o art. 895 da CLT que veda &ldquo empregar a mulher em serviç o que demande o emprego de forç a muscular superior a 75 quilos, para o trabalho contí nuo, ou 75 para o trabalho ocasional&rdquo .[85] Isso porque, há estudos que revelam que o sistema muscular da mulher é menos desenvolvido do que o do homem.[86]

É notó rio que o tratamento desigual entre homens e mulheres acaba levando à discriminaç ã o no momento da contrataç ã o, pois o empregador terá muito mais gasto com a empregada do sexo feminino. Portanto, é preciso que a legislaç ã o que protege a mulher no campo profissional, acompanhe as mudanç as que ocorrem em sua vida pessoal, para que ao invé s de protegê -las, nã o acabe piorando a discriminaç ã o.

Se a continuaç ã o do trabalho for prejudicial à saú de da gestante, a mulher poderá rescindir o contrato sem conceder aviso pré vio ao empregador, ou ainda, mudar de funç ã o pelo perí odo gestacional.[77]

Desde a antiguidade, a mulher sempre desempenhou papeis importantes, em relaç ã o ao trabalho, seja na agricultura, na produç ã o de vestimenta e, até mesmo, no trabalho domé stico. Entretanto, a mulher sempre sofreu com o preconceito no trabalho. Tanto por questõ es fí sicas quanto por questõ es culturais.

Algumas dessas medidas antidiscriminató rias já tinham sido aventadas, de algum modo, por texto normativo anterior a 6988, conforme já percebido pela exposiç ã o acima. Contudo, a nova Constituiç ã o implementou-lhes alteraç ã o, alargamento e aprofundamento tã o significativos que deu origem a um padrã o jurí dico qualitativamente novo em contraponto com o perí odo anterior. Outras medidas antidiscriminató rias, poré m, destacavam-se pelo completo pioneirismo se contrapostas ao universo normativo trabalhista do perí odo jurí dico precedente.[99]

O artigo 6° da lei /58 institui o programa empresa cidadã , prorrogando, por mais 65 dias, a duraç ã o da licenç a-maternidade. Entretanto, a lei nã o traz que esses 65 dias a mais serã o pagos pelo INSS. Ou seja, a empresa nã o é obrigada a aderir o programa, contudo, se aderir terá que arcar com os 65 dias de prorrogaç ã o.[79]

[.] XXX - proibiç ã o de diferenç a de salá rios, de exercí cio de funç õ es e de crité rio de admissã o por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil [.][88]

Se precisar de ajuda ou se quiser que a gente faça a pesquisa para você, não tem problema. Nós temos um time de especialistas para te ajudar no que você precisar. Solicite um orçamento ou tire suas dúvidas através do chat online do nosso site.

[98]MAGANO, Octá vio Bueno. Primeiras liç õ es de direito do trabalho. 8. ed. Sã o Paulo: Ed. Revista dos Tribunais, 7558, .

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