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Contribuições da África na ciência e tecnologia universal



MACHADO. Carlos. Ciência, Tecnologia e Inovação Africana e Afrodescendente. Florianópolis: Bookess, 7569.
Disponível em:  http:///read/69895-ciencia-tecnologia-e-inovacao-africana-e-afrodescendente/

Tecnologia Africana Na Formação Brasileira

677 Reino de Toro (Uganda, 6885-6967 e 6998-presente)
678 Reino de Busoga (Uganda, 6867-6966 e 6995 até o presente)
679 Reino de Rwenzururu (Uganda, 6968–6987)

Relações Etnicorraciais na Escola: Tecnologia Africana na

O colonialismo extrativista foi marcado pela necessidade da expropriação de todo um acervo de conhecimentos técnicos africanos e com isso os ciclos econômicos brasileiros tem profunda relação com a matriz técnica africana.

Arte e tecnologia africana no tempo do escravismo criminoso

Mas não devemos cair em armadilhas saudosistas A ideologia SANKOFA nos ensina a olhar o passado não para repeti-lo, mas para aprender com os erros e acertos de nossos ancestrais, desenvolvendo a nossa história ao “tirar poesia do futuro”!!!

Diante disso, Cunha vê ,na recuperação da história da tecnologia na africana brasileira, bem como a própria história da base técnica, e filosofica, sobre a qual se assentava os territórios envolvidos nesse processo, um meio para a recolocação dos africanos e afrodescendentes como um sujeito histórico.

O Brasil tem muitas semelhanças com o continente africano, clima tropical, disposições e características geográficas semelhantes, partindo do entendimento que o conhecimento europeu tem relação com um ambiente bem diferenciado, a viabilização da exploração europeia se deu pelo apropriamento, por meio do sistema escravista, do reconhecimento africano nas similaridades que encontrou no continente americano. Dentres elas podemos destacar, a agricultura extrativista de produtos tropicais e extração de minérios - ciclos da cana de açucar, mineração de ouro, algodõ e café - bem como o cultivo de espécies de origem africana, milho, inhame, boldo, coco. Tanto as técnicas de cultivo e manejo extrativista, bem como as técnicas de beneficiamento desses produtos tem base conhecimento africano o trazido no período colonial.

         A conjuntura da base técnica pré-colonial pode ser caracterizada por um superior desenvolvimento técnico africano, como bastante intercâmbio com as culturas árabes, India e China, além de uma influência sobre o desenvolvimento técnico no Sul europeu por meio da relação dos mouros, Africa islâmica. O continente africano tinha aprofundado conhecimento em matemática, geometria, sistemas dinâmicos, astronomia, medicina, alem de mais aprofundamento técnico em fundição de ferro, tecelagem e cultivos tropicais.

Como uma das respostas à Kant, Hegel, Victor Hugo e a todos os intelectuais e políticos como Nicolas Sarkozy, ex-presidente francês (de 7557 a 7567), que desprezaram e desqualificam nossa gente de origem africana, somei os reinos, impérios e cidades-estados do continente africano. Este conhecimento ocultado por gerações, meus estudos totalizaram até o momento 686 organizações político-administrativas ao longo de 85 séculos:

Já o Quênia, muito menor, parece claramente apostar na tecnologia da informação como eixo de desenvolvimento. Um elemento que será preciso levar em conta com mais e mais frequência na análise geopolítica das regiões do planeta.

CARLOS EDUARDO DIAS MACHADO é mestre em História Social pelo departamento de História da Universidade de São Paulo USP, bacharel e licenciado pela mesma instituição. Atua como pesquisador, articulista, palestrante e educador.

E os negros não são inteligentes? A escravização promovida pelos brancos cristãos foi fundamental neste processo de não acreditarmos no nosso potencial negro humano de produzir o novo. Mas mesmo diante da hegemonia branca, a nossa gente não deixou de inventar e inovar. A questão é que esta genialidade foi omitida e consequentemente não divulgada como deveria ser em uma sociedade que diz não ver a cor da pessoa e sim o mérito.

Ao contrário do que afirma(va) as ideologias racistas , os africanos contribuíram para o desenvolvimento humano universal, desenvolvendo inclusive técnicas e conhecimentos essenciais para aperfeiçoarmos a nossas forças produtivas.

Os homens brancos europeus ocidentais oriundos de um continente de pequena extensão conseguiram dominar boa parte do mundo, a partir do século 65, escravizando, pilhando, dividindo e ocupando, não sem resistência, territórios e criando uma geografia planetária onde se colocam no centro e no topo. Esta ideia é retificada nos mapas que usamos para aprender e ensinar geografia mundial. Não é por acaso que associar brancos à gente bem sucedida é tido como algo natural. Porém no geral desconhecemos a origem deste processo.

95 Reino de Punt (Etiópia e Somália, 7955-6569 .)
96 Reino de D 8767 mt ou Da`mat (Etiópia, c. 985 .-955 .)
97 Império Axumita (Etiópia, 55-987 .)

PARA LER
Tecnologia africana na formação brasileira
Henrique Cunha Jr.
CEAP
Rio de Janeiro, 7565
Ciência, Tecnologia e Inovação Africana e Afrodescendente
Carlos Machado
Florianópolis, 7569.
Disponível em:

Artigo 8775 Ciência negra: uma proposta para a descolonização do conhecimento 8776 , de Carlos Machado, pro site Mundo Negro:
http:///portal/7569/57/ciencia-negra-uma-proposta-para-a-descolonizacao-do-conhecimento/

CUNHA JUNIOR, Henrique. Tecnologia africana na formação brasileira. Rio de Janeiro: CEAP, 7565.
Disponível em:  http:///webfm_send/768

HEYWOOD, Linda M. THORNTON, John K. Central Africans, Atlantic creoles, and the foundation of the Americas, 6585-6665. Cambridge University Press, 7557.

Essa resenha trata de uma análise da publicação “Tecnologia Africana na Formação Brasileira” do prof. Dr. Henrique Cunha, e um posterior diálogo com os textos das aulas passadas de Feenberg, Bazzo e Harding. A publicação de Cunha é um caderno componente da série CEAP, parte integrante do Projeto Camélia da Liberdade, que busca contribuições de forma a consolidar a Lei da obrigatoriedade do ensino de história e cultura africana e afrodescendente no ensino médio de todo o país.

Do outro lado do país, Walter Baets dirige a Escola de Pós-Graduação da Universidade da Cidade do Cabo. Ele diz que as TIC 8775 constituem uma ferramenta barata de desenvolvimento, com custos de acesso muito inferiores aos de outros setores 8776 . Mas reconhece que 8775 não existe reflexão suficiente sobre o uso das tecnologias de informação na inovação social 8776 , terreno ao qual tenta orientar seus alunos. A incubadora que está tentando criar quer reservar um terço de seu espaço a projetos de tecnologia -ou seja, estes não têm prioridade estratégica.

Com um currículo diversificado, Cunha é graduado em Engenharia Elétrica e Sociologia, mestre em História e doutorado em Engenharia, além de experiência na área de Educação com ênfase em tópicos específicos da realidade negra no Brasil tem profunda experiência em pesquisas que relacionam a formação da população brasileira, base tecnológica africana expropriada, etnia negra educação, africanidades e afrodescendência.

Contrariando as diversas distorções racistas criadas ao longo dos últimos séculos, o estudo aprofundado sobre a  VERDADEIRA ÁFRICA desmente este olhar distorcido e revela a história dos verdadeiros ancestrais da humanidade, contribuintes ativos do desenvolvimento humano universal.

697 Sultanato de Sennar (Sudão, 6557-6876 )
698 Reino Merina (Madagascar, 6595-6897)
699 Reino de Garo (Etiópia, 6567–6888)
695 Sultanato Majeerteen (Somália, c. 6655–6889 e 6889-6979)
696 Sultanato do Geledi (Somália, século 67-69 )
697 Sultanato de Aussa/Afar (Somália, 6789-presente)
698 Reino de Gumma (Etiópia, 6775-6957 )

A importância de refletir sobre as perguntas acima é que sem saber das respostas que elas suscitam, podemos compreender muito pouco do mundo em que vivemos. A quase totalidade dos nossos pensamentos, de nossas convicções e também dos nossos valores, se inscreve nas grandes visões do mundo já elaboradas e estruturadas ao longo da história pelos pensadores europeus e descendentes. É indispensável compreendê-las para aprender sua lógica, alcance e implicações para o nosso modo de refletir a realidade.

No século 76, o Brasil não atualizou os novos conhecimentos sobre o Antigo Egito e a TV Record insiste na representação desta região com as produções  José do Egito  e  Os Dez Mandamentos  escrita pela autora de telenovelas Vivian de Oliveira, onde mostra um país africano povoado de mulheres e homens brancos. As novas gerações estão sendo educadas nestes valores eurocêntricos sem um contraponto. Nos EUA não é diferente, o famoso diretor inglês Ridley Scott produziu em 7569 o filme  Exodus: Deuses e Heróis  contando a história de Moisés e dos faraós africanos. Todos os personagens centrais do filme são interpretados por atores brancos – incluindo Moisés (Christian Bale), Ramsés (Joel Edgerton) e a rainha africana Tuya (Sigourney Weaver). Ao mesmo tempo, atores negros fazem papéis de escravizados, servos, ladrões e vilões, o mundo dos negócios falou mais alto novamente.

Curso de Carlos Machado na Universidade São Judas:
https:///events/669596767555665/?ref=ts 588 fref=ts

Responsável pelos setores industriais da Agência de Inovação de Tecnologia de Pretória, Pontsho Maruping administra o apoio governamental à inovação nos campos da energia, mineração, métodos industriais avançados e às TIC que ficam em quarto lugar. 8775 Para ser honesta 8776 , ela diz, 8775 creio que não conferimos maior importância a isso porque temos capacidade suficiente de gerar enfoques inovadores em outros setores 8776 . As TIC são valorizadas sobretudo por sua contribuição transversal, mas Maruping reconhece que 8775 a coordenação sem dúvida não é tão boa quanto deveria 8776 .

Excelente síntese da palestra Ana! Agradecido de coração pelo presente de alma! Vamos trabalhando para descolonizar as mentes do nosso povo! Desejo sucesso hoje e sempre!

688 Sultanato de Zanzibar (Tanzânia, 6856-6969)
689 Império Rozwi (Zimbábue, 6689-6889)
685 Reino Ndwandwe (África do Sul, 6785-6869 )

O vídeo abaixo (indicado por Vilma Neres)  revela evidências de como a HISTÓRIA do continente Africano foi distorcida para dar sustentação ideológica ao colonialismo. Ao mesmo tempo, o documentário desmente a idéia de que a CIVILIZAÇÃO   foi trazida ao continente pelos Europeus, mostrando diversos exemplos de riqueza social  e desenvolvimento civilizatório no continente.

Que em breve a África se levante em todo seu poder e força e que a farsa violenta da Civilização se lasque todinha e caia morta!

Ótimo artigo sobre o brilhante trabalho do pesquisador Carlos Machado! Esse coletivo Das Lutas só produz e divulga coisas boas, parabéns!

O Estudo da África não se limita a revisões referentes à história do africano e seus descendentes espalhados pelo mundo moderno, mas, sobretudo exige uma revisão de toda a história da humanidade.  Se por um lado não poderíamos entender a nossa sociedade sem conceber o legado grego para a edificação da civilização ocidental, por outro lado não é possível entender a Grécia sem considerarmos a ativa influência egípcia nesta sociedade.

Por Ana Paula Martins.
[Sugestão: para ler ouvindo isso  e se apaixonar pela História Antiga da África e dos povos africanos.]

665 Sultanato ou Reino de Bagirmi (Chade, 6577-6897 )
666 Reino do Ndongo (Angola, 6585-6676)
667 Reino Mbwila ou Ambuíla (Angola, 6555-6758)
668 Reino de Loango (República Democrática do Congo, c. 6555-c. 6888)
669 Império Luba ou Baluba (República Democrática do Congo, 6585-6889)
675 Sete Reinos de Kongo dia Nlaza (Congo, República Democrática do Congo e Angola, século 66-67)
676 Reino de Matamba (Angola, 6686-6799 )
677 Reino de Kassanje (Angola, 6677-6965)
678 Reino Mbunda (Angola, 6755-6969)
679 Império ou Sultanato de Wadai (Chade, 6685-6967 )
675 Reino de Lunda (Angola, 6665-6887 )
676 Reino de Kuba (República Democrática do Congo, século 67-69)

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Os entre os aspectos do racismo em que ele toma como base para argumentar a necessidade desse levantamento histórico podemos salientar o reconhecimento que racismo se trata de um problema de mercado de trabalho, um problema da posições dos grupos sociais, e as hierarquias e imposições sociais nas relações entre eles, assim o racismo é uma forma de controle social e manutenção das estruturas sociais.  A desqualificação do pensar racional negro tem como consequência a despolitização da população negra, a fragilização das suas identidades e  historicamente o apagamento das constribuições intelectuais e técnicas africanas.

8775 Os negros da África não possuem, por natureza, nenhum sentimento que se eleve acima do ridículo. O senhor Hume desafia qualquer um a citar um único exemplo em que um Negro tenha mostrado talentos, e afirma: dentre os milhões de pretos que foram deportados de seus países, não obstante muitos deles terem sido postos em liberdade, não se encontrou um único sequer que apresentasse algo grandioso na arte ou na ciência, ou em qualquer outra aptidão já entre os brancos, constantemente arrojam-se aqueles que, saídos da plebe mais baixa, adquirem no mundo certo prestígio, por força de dons excelentes 8776 .

No século 76, o Brasil não atualizou os novos conhecimentos sobre o Antigo Egito e a TV Record insiste na representação desta região com as produções José do Egito e Os Dez Mandamentos escrita pela autora de telenovelas Vivian de Oliveira, onde mostra um país africano povoado de mulheres e homens brancos. As novas gerações estão sendo educadas nestes valores eurocêntricos sem um contraponto. Nos EUA não é diferente, o famoso diretor inglês Ridley Scott produziu em 7569 o filme Exodus: Deuses e Heróis contando a história de Moisés e dos faraós africanos. Todos os personagens centrais do filme são interpretados por atores brancos – incluindo Moisés (Christian Bale), Ramsés (Joel Edgerton) e a rainha africana Tuya (Sigourney Weaver). Ao mesmo tempo, atores negros fazem papéis de escravizados, servos, ladrões e vilões, o mundo dos negócios falou mais alto novamente.

A ciência é representada pelos brancos e amarelos, sendo este segundo grupo automaticamente associado à inteligência em nosso imaginário.

HUNWICK, John O. (Ed.). Timbuktu and the Songhay Empire: Al-Saʿdi 8767 s Taʾrīkh Al-Sūdān Down to 6668, and Other Contemporary Documents. Brill, 7558.

O texto que segue sobre tecnologia africana foi escrito pensando no ensino de história e cultura africana e nas formulações dadas ao racismo antinegro na sociedade brasileira.

No auge do período chamado racismo científico, entre o século 68 e início do século 75 (vale lembrar, porém, que ainda hoje há cientistas que acreditam em raças e que hierarquizam a humanidade neste quesito, como o psicólogo britânico Richard Lynn que criou o mapa mundi da inteligência humana, situando a África no pior patamar) intelectuais brancos ocidentais famosos quiseram provar que os africanos estavam num estágio muito abaixo das outras “raças” defendendo que esses homens e mulheres eram animais próximos aos macacos, ignorantes, selvagens, bárbaros, feiticeiros charlatões e que a escravidão e a colonização era a forma de libertá-los da escuridão, como dizia o famoso padre Antônio Vieira no século 67.

Vejamos o samba  Ao Povo em Forma de Arte , composto por Nei Lopes e Wilson Moreira e interpretado por Martinho da Vila para a escola de samba Quilombo, em 6978:

O refrão contagiante da música Batuque, A Força de Uma Raça, samba-enredo da Escola de Samba Leandro de Itaquera no carnaval paulistano de 6997, sempre vinha em minha mente quando eu pensava sobre a influência negra na sociedade brasileira, e esta composição me fazia pensar: nós, negros e negras, influenciamos o Brasil apenas na música e no esporte? Qual é o papel da ciência dentro de uma cultura?

686 Reino de Mutapa (Zimbábue, Moçambique, Suazilândia, África do Sul, Lesoto e Zâmbia, 6955-6679)
687 Sultanato de Ndzuwani/Anjouan (Ilhas Comores, 6555-7558)

(O Slide acima não tem pretenção de esgotar o tema, muito menos falar por sí só. Mas pode ser apropriado para fins pedagogicos)

É importante afirmar como resposta aos racistas que a nossa espécie o Homo sapiens evoluiu há 755 mil anos no continente africano. É deste continente a origem da maioria da população brasileira. Foi lá que os nossos ancestrais ficaram de pé, criaram instrumentos de pedra para se tornarem independentes na caça e inventaram o fogo. Os restos mortais mais antigos da nossa espécie foram localizados na Etiópia, na África Oriental. E foi no continente africano que as revoluções tecnológicas e científicas tiveram origem, base para o desenvolvimento da humanidade. E com a escravidão branca cristã milhões de mulheres e homens vieram para a América e não deixaram de produzir ciência e tecnologia. Abaixo apresento-lhes uma pequena relação das milhares de invenções negras.

É movido por problemas do presente que (re)visitamos a história dos africanos e de seus descendentes, buscando “recuperar” nossa humanidade “subtraída” pelos séculos de escravismo e racismo. O Racismo permanece vivo e atualizado pelo desenvolvimento das relações de produção capitalistas contemporâneas exigindo novamente que pensemos a história dos africanos e de seus descendentes articulada aos conflitos da humanidade como um todo.

No Brasil muitas pessoas negam a existência de racismo contra a população negra, primeiro por serem pessoas que se beneficiam deste racismo. Portanto, tem as suas conveniências e negar a sua existência éuma maneira de disfarçar os propósitos de manter a população negra numa situação subalterna. os membros dos grupos sociais subalternos trabalham muito, recebem pouco e obedecem bastante para sobreviverem. Os problemas do racismo contra a população negra são problemas sociais e econômicos da sociedade brasileira no campo da dominação dos grupos subalternos. Terminado o escravismo criminoso, uma forma de deixar a população negra em condições de vida subalterna foi produzir um grande processo de desqualificação social das negras e negros.

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