/ Portal educacao / Cursos profissionalizantes / O conhecimento dos docentes univeritГЎrios sobre Discalculia

Gestão do Conhecimento: o que é e por que aplicá-la na sua



A internalização, último modo de conversão do conhecimento, consiste na transformação do explícito em tácito. Isso ocorre sob a forma de know-how compartilhado (modelos mentais) e experiências. A verbalização e a formatação do conhecimento com o auxílio de documentos, manuais ou histórias facilitam a transferência do conhecimento explícito.

ONDAID - Associação

Informação pode ser descrita como uma mensagem que tem como finalidade mudar o modo como o destinatário vê algo. São dados que fazem a diferença. O receptor decide se a mensagem recebida realmente passa a ser uma informação. Vários métodos importantes podem ser considerados para transformar dados em informação, agregando valor de diversas maneiras :

Avaliando o conhecimento dos escolares sobre o tema: saúde!

Trata-se de uma metodologia que integra características de outras metodologias orientadas a modelos e abrange diversos aspectos do projeto de desenvolvimento de um sistema de conhecimento, incluindo: análise organizacional gerenciamento de projetos aquisição, representação e modelagem do conhecimento integração e implementação de sistemas.

Sociologia: O Conhecimento Científico

A utilização de plataformas tecnológicas que disponibilizam métodos e ferramentas para capturar, entender, compartilhar e facilitar o acesso e o reúso de informações e conhecimento aumentam a produtividade, o alcance e a velocidade das redes de colaboração.

O conhecimento tácito é o que está na mente das pessoas e é difícil de ser formulado e comunicado. Em uma direção mais prática, inclui elementos cognitivos técnicos, também chamados de modelos mentais, em que os seres humanos criam modelos do mundo, analogias em suas mentes, tanto de imagens da realidade quanto de visões para o futuro. O elemento técnico do conhecimento tácito inclui know-how concreto, técnicas e habilidades. A articulação dos modelos mentais tácitos é primordial para a criação de novos conhecimentos. Já o conhecimento explícito, também chamado de codificado, é definido pelo conhecimento transmissível em linguagem formal e sistemática.

Usuário de conhecimento:  Um usuário de conhecimento faz uso direto ou indireto de um sistema de conhecimento. Envolver usuários de conhecimento desde o início é mesmo mais importante que em projetos regulares de engenharia de software. Para o projeto e a implementação, é importante assegurar que eles interagiram com o sistema e suas próprias representações de interface.

A palavra  átomo   tem origem grega e significa: o que não pode ser cortado ou dividido, isto é, a menor partícula indivisível de todas as coisas. 

O conhecimento é uma mistura de vários elementos : é fluido como também pode ser formalmente estruturado, é intuitivo e por isso difícil de ser entendido em termos lógicos. O conhecimento existe na mente dos conhecedores. Nas organizações, costuma ser encontrado em rotinas, processos, práticas e normas organizacionais , e não só em documentos ou repositórios.

Pode ser aplicada em qualquer empresa , entretanto, exige a criação de novos modelos organizacionais, com estruturas, processos, sistemas gerenciais e posições de liderança que permitam enfrentar qualquer barreira existente nos processos de transformação da organização.

Sócrates e os sofistas
Preocupações como essas levaram, na Grécia clássica, a duas atitudes filosóficas: a dos sofistas e a de Sócrates. 

Indivíduos isolados podem contribuir substancialmente com as organizações por meio de seus pontos de vista, mas, quando suas contribuições são comparadas com as ações e decisões de um grupo , na maioria das vezes, os resultados do grupo são mais efetivos do que os individuais. Esses grupos podem ganhar ainda mais força quando passam a fazer parte de redes de colaboração.

E não pense que gerir esse conhecimento é possível apenas em grandes corporações. Toda empresa, independentemente do porte, está produzindo novas informações diariamente, portanto, organizá-las e distribuí-las de forma adequada é o que vai fazer a diferença.

Sob a perspectiva estratégica, a gestão do conhecimento é um processo pelo qual a organização mantém ou melhora o seu desempenho , baseada em experiência e conhecimento.

O conhecimento também pode voltar a ser informação ou dado, caso não se tenha foco em algo útil. O excesso de volume é a razão mais comum para o “des-conhecimento” ou a reversão do conhecimento. Obter tanto conhecimento que não se consegue mais extrair significado dele o transforma novamente em dados.

Os sentidos nos dão as aparências das coisas e as palavras, meras opiniões sobre elas. Conhecer é passar da aparência à essência, da opinião ao conceito, do ponto de vista individual à idéia universal de cada um dos seres e de cada um dos valores da vida moral e política.

Surge, então, a colaboração de Senge, por meio da aprendizagem contínua, com a qual as pessoas estão constantemente aprendendo coletivamente. Os resultados são mensurados por um conjunto de indicadores e medidores de aprendizagem organizacional. Para tanto, é fundamental a adoção de uma ferramenta que viabilize de modo sintetizado a coleta, a análise e a disseminação do conhecimento.

A Web possui três camadas de relevância para a gestão do conhecimento: baseia-se em princípios sociais, produção coletiva e colaboração sem limites consiste em um conjunto de aplicações que são intuitivas e fáceis de usar e baseia-se em plataformas de código aberto e habilita serviços que proporcionam economia de escala. A Web permite capturar o conhecimento explícito de modo informal nas redes sociais e assim compreender a forma como os sujeitos podem interagir para colaborar em grupos de trabalho. Os softwares sociais facilitam as interações e desafiam a dinâmica competitiva das indústrias quanto à criatividade, independência, atuação em ambientes de incerteza e suporte.

Os seres surgem por composição dos átomos, transformam-se por novos arranjos dos átomos e morrem por separação dos átomos.
Esses três exemplos nos mostram que, desde os seus começos, a Filosofia preocupou-se com o problema do conhecimento, pois sempre esteve voltada para a questão do verdadeiro. 

Dizia:  Não podemos banhar-nos duas vezes no mesmo rio, porque as águas nunca são as mesmas e nós nunca somos os mesmos.  
Parmênides de Eléia , conhecido como fundador da Metafísica (o estudo do ser, ontologia), colocava-se na posição oposta à de Heráclito. 

Simplesmente partiam da pressuposição de que o podemos conhecer, pois a verdade, sendo aletheia , isto é, presença e manifestação das coisas para os nossos sentidos e para o nosso pensamento, significa que o Ser está manifesto e presente para nós e, portanto, nós o podemos conhecer.

lguns exemplos indicam a existência da preocupação dos primeiros filósofos com o conhecimento e, aqui, tomaremos três: 

O CommonKADS possui um conjunto de seis modelos que especificam todos os aspectos ligados à aplicação a ser desenvolvida, incluindo a organização, os recursos humanos , os aspectos de implementação e a interação entre eles. Além disso, oferece suporte à realização de atividades de modelagem, atividades de gestão de projetos e reusabilidade.

Modelo da Organização:  Apoia a análise das maiores características da organização, a fim de descobrir problemas e oportunidades para sistemas de conhecimento, estabelecer sua viabilidade e acessar o impacto das ações de conhecimento pretendidas na organização.

Modelo do Agente:  Descreve as características dos agentes, em particular suas competências, autoridades e restrições para agir. Além disso, relaciona os links de comunicação entre agentes necessários para executar uma tarefa.

Para que a informação se transforme em conhecimento, as pessoas precisam colaborar. O conhecimento é valioso por estar próximo da ação com relação à estratégia , concorrentes, clientes , canais de distribuição e ciclos de vida de produto e serviço.

Existem duas grandes tradições epistemológicas na filosofia ocidental: o racionalismo e o empirismo. O racionalismo defende que existe conhecimento a priori, sendo que o verdadeiro conhecimento é produto de um processo mental ideal. A verdade absoluta pode ser deduzida a partir de uma argumentação racional baseada em axiomas. Por outro lado, o empirismo argumenta que não existe conhecimento a priori, o verdadeiro conhecimento é produto da experiência sensorial.

Como vimos, o conhecimento é resultado das informações que recebemos. A gestão do conhecimento, por sua vez, corresponde ao uso de um conjunto de metodologias e tecnologias a fim de administrar todo esse know-how em um processo sistemático que o identifica, o renova e aplica o resultado nas organizações.

O conhecimento opera por meio de normas práticas , que são atalhos para soluções de novos problemas que foram previamente solucionados. De fato, não há necessidade de se construir uma resposta a partir do zero, sendo possível lidar rapidamente com as situações, mesmo as mais complexas. Algumas situações podem ser resolvidas tão rapidamente que sequer se tem consciência disso. Significa que o problema foi resolvido de forma intuitiva. Isso não quer dizer que não há passos para se seguir, ocorre que eles acontecem automaticamente.

Desde que surgiu, nos anos 6975, a engenharia do conhecimento evoluiu de um paradigma de transferência de conhecimento para um paradigma de modelagem de conhecimento. A moderna engenharia do conhecimento, ao contrário de sua primeira geração, não está centrada na codificação como extração direta de conhecimento de especialistas, mas sim como um processo de modelagem e representação de conhecimento explícito. Sua evolução deu-se a partir da arte de construir sistemas especialistas, sistemas baseados em conhecimento e sistemas de informação intensivos em conhecimento.

Dados e informações ajudam a entender o conhecimento. Fatos organizados, caracterizando uma situação em particular, uma condição, desafio ou oportunidade, estão dentro do contexto de informação. Com o conhecimento, é possível determinar o que uma situação específica significa e como lidar com ela.

Por isso, para se relacionarem com o mundo e com os outros humanos, os homens devem valer-se de um outro instrumento   a linguagem   para persuadir os outros de suas próprias idéias e opiniões. 

Modelo de Comunicação:  Dado que muitos agentes podem estar envolvidos em uma tarefa, é importante modelar a transação de comunicação entre os agentes envolvidos. Isso é feito pelo modelo de comunicação, de forma independente de implementação ou de conceito, como ocorre no modelo de conhecimento.

Este é o blog “O Conhecimento” da Humantech. Um espaço com tudo de mais relevante e interessante que encontramos no nosso dia a dia.

Dizia que só podemos pensar sobre aquilo que permanece sempre idêntico a si mesmo, isto é, o pensamento não pode pensar sobre as coisas que são e não são, que ora são de um modo e ora são de outro, que são contrárias a si mesmas e contraditórias. 

A estrutura conceitual básica da teoria da criação do conhecimento organizacional contém as dimensões ontológica e epistemológica. Na primeira, em termos restritos, considera-se que o conhecimento só é criado por indivíduos — a organização apoia os indivíduos criativos, incentivando essa criação , que compreende um processo que amplia o conhecimento individual para uma rede de conhecimento. A segunda, por sua vez, baseia-se na distinção entre conhecimento tácito e explícito.

A gestão do conhecimento refere-se à identificação e à alavancagem do conhecimento coletivo em uma organização para ajudá-la a competir ou se adaptar a externalidades. Ela propõe, essencialmente, potencializar a inovação e a capacidade de resposta da organização a fatores externos por meio de um conjunto de processos distintos, mas interdependentes, de criação, armazenamento, recuperação, transferência e aplicação de conhecimento.

O sucesso de uma empresa, independentemente do seu porte ou ramo de atuação, está vinculado à prática de transformar seu conhecimento em resultados efetivos. Com a gestão do conhecimento aplicada no dia a dia , as respostas deixam de ser construídas a partir do zero e, com o tempo, começam a acontecer de forma intuitiva sem que as pessoas se deem conta disso. Sabe aquela premissa de que devemos aprender com os erros? Então, isso é levado em conta na GC, pois erros e acertos são gerenciados para serem utilizados em decisões futuras com base no aprendizado obtido em experiências anteriores.

Engenheiro ou analista de conhecimento:  O termo “engenheiro de conhecimento” indica trabalhadores do conhecimento em todas as fases do processo de desenvolvimento, geralmente reservado para o trabalho de análise de sistemas. Nesse sentido, “analista de conhecimento” seria uma melhor definição.

As técnicas da EC, amadurecidas, são usadas cada vez mais não apenas para o desenvolvimento de SBC, mas também para a análise e a estruturação do conhecimento na GC. Entretanto, a disponibilidade de ferramentas adequadas tornou-se indispensável para a sustentabilidade dessas técnicas.

Desde o início, os filósofos se deram conta de que nosso pensamento parece seguir certas leis ou regras para conhecer as coisas e que há uma diferença entre perceber e pensar. 

Especialista ou provedor de conhecimento:  Papel exercido pelo ser humano que detém o conhecimento. Tradicionalmente, fica a cargo de um especialista no domínio da aplicação, mas pode ser tocado também por pessoas na organização que não têm o status de especialista.

Os processos sociais, as redes sociais e o capital social têm um papel efetivo em projetos de gestão do conhecimento. Em seu desenvolvimento, as intervenções devem ser baseadas em processos, padrões e práticas sociais na organização.

Para beneficiar-se da gestão do conhecimento, é necessário utilizar métodos e tecnologias adequados à evolução dos relacionamentos existentes nas organizações, tanto entre seus colaboradores quanto com os demais envolvidos na cadeia de valor. Esses relacionamentos têm sido influenciados pelas mídias sociais que estão provocando várias mudanças na produção e no compartilhamento do conhecimento.

O conhecimento deve ser percebido como fator estratégico e estar relacionado com os processos de negócio para atender as diretrizes da empresa.

Isso ocorre porque todos (funcionários, gestores e clientes) são responsáveis por gerar dados e informações relevantes capazes de facilitar e ajudar a criação de soluções melhores, o que acontece quando essas informações são ordenadas para produzir conhecimento e são distribuídas estrategicamente. Como consequência, a produção é otimizada e os resultados obtidos tornam-se cada vez melhores.

Gestor do conhecimento:  Define a estratégia de conhecimento, inicia o projeto de desenvolvimento e facilita a distribuição do conhecimento.

A engenharia do conhecimento tem como objetivos: instrumentalizar por meio de ferramentas a gestão do conhecimento organizacional apoiar a decisão dos trabalhadores do conhecimento e desenvolver sistemas de conhecimento mais efetivos.

O CommonKADS originou-se da necessidade de construir sistemas de conhecimento de qualidade em larga escala, de forma estruturada, controlável e replicável.

A EC é uma atividade construtiva e colaborativa em que o processo de formalização do conhecimento (modelagem) é o aspecto central. Para isso, estão à disposição do engenheiro do conhecimento ferramentas e metodologias para codificar e modelar conhecimento.

Além disso, a socialização isolada constitui uma forma limitada de criação do conhecimento, que precisa tornar-se explícito para ser alavancado por toda organização. No mesmo sentido, informações explícitas de coisas novas também não ampliam a base de conhecimento da empresa. Quando há interação entre os conhecimentos explícito e tácito, surge a inovação. O conteúdo criado pelos modos de conversão é diferente e eles interagem entre si na espiral de criação do conhecimento. O processo inicia no nível individual e segue nos níveis ontológicos superiores, cruzando fronteiras entre seções, departamentos, divisões e organizações.

Um dos grandes desafios das organizações está em saber extrair o conhecimento gerado e acumulado ao longo dos anos por um funcionário. Nesse sentido, o conceito de gestão do conhecimento surgiu no início da década de 6995, definido não mais como uma moda da eficiência operacional, mas sim como uma parte estratégica das organizações.

  • A ImportГўncia da Engenharia Clinica no processo de certificação em hospitais de mГ©dio e grande porte.
  • AnГЎlise da capacidade de fato da crianГ§a e adolescente
  • Projeto multidisciplinar em gestao hospitalar
  • Transformação quГ­mica na natureza e no sistema produtivo .
  • Artigo cientifico.Marketing de relcionamento
  • MELHORIAS NOS PROCESSOS DE UM CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO
  • A importancia da governanГ§a corporativa nas empresas familiares
  • Comparação de infraestrutura fibra Гіptica balanceada e desbalanceada
  • Plano de Negócios - MARTINS
  • DependГЄncia psicologia vs dependГЄncia quГ­mica