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Tubo de crookes. Definição, fotos e vídeos



Os elétrons, ao saírem do cátodo e atingirem o anodo – ou as paredes internas do tubo –, geram uma troca de energia cinética dos elétricos, que é convertida, em partes, em calor e em radiação eletromagnética. Essa radiação – hoje já sabemos – é o que Roenthen descobriu e que ganhou o nome de raio-x.

Oexperimento de Thomson com descargas elétricas - Brasil

É observado que no experimento de Crookes o ânodo e o cátodo não estão retilíneos entre si, mas a luminosidade estará apresentada de forma reta. Isso ocorrerá pelo motivo do grande momento de energia que o elétron terá para atravessar o tubo, pelo motivo de sua trajetória ser bem pequena e a sua velocidade de propagação ser muito rápida, batendo na parede oposta do tubo.

Radiómetro de Crookes | Atelier de Física e Química – ESDD

Para provar a existência de carga nas partículas presentes no raio catódico, uma outra variação do experimento foi feita. Ao se gerar campos com cargas positiva e negativa, um campo de cada lado da ampola, observou-se que o feixe era desviado para o campo positivo. Como as cargas opostas se atraem, provou-se que o feixe possuía cargas negativas.

Química IFaniana: Os raios catódicos: A descoberta do Elétron

Uma das ampolas de William Crookes foi submetida a um gás em determinada pressão atmosférica e alta tensão. Ocorre quando os elétrons saem de um cátodo e colidem com moléculas de um gás e a liberação de luz que irá iluminar a ampola. Devido este experimento foi observado que esse fenômeno é independente do gás e do metal utilizado no eletrodo, consequentemente, após este experimento Thomson descobriu a existência de elétrons.

Feita de vidro ou ainda quartzo, a ampola de crookes tem um espaço em que se faz o vácuo, além de conter duas placas metálicas que são ligadas a uma fonte de tensão elétrica. Cátodo é como chamamos a placa que é ligada ao polo negativo, e anodo é a unificada ao polo positivo. A tensão que se forma entre o cátodo e o anodo, quando fica elevada, gera um feixe luminoso que sai do cátodo atravessando o tubo inteiro: a esses feixes chamamos de raios catódicos.

As ondas dos elétrons não são de sons, mas sim eletromagnéticas que são invisíveis e têm uma alta frequência, o que permite que extravasem o vidro e se espalhem no ambiente exterior.

Crookes prosseguiu com diversas modificações da ampola a fim de detectar diversas características do feixe luminoso. Ao inserir uma pequena roda de pás ente os dois eletrodos ele pode verificar duas coisas: a primeira era a direção do feixe luminoso. Como a roda girava em direção ao anodo, mostrava que o feixe vinha do catodo. A segunda demonstração é a de que se o feixe podia girar a pá, ele era composto por partículas com massa, e não energia.

Uma ampola de Crookes é um experimento extremamente interessante, especialmente para aqueles que buscam entender o comportamento eletrônico dos átomos.

Durante o século XIX, mais precisamente na última década, muitas pessoas no continente europeu investigavam as propriedades desses raios catódicos e, nesse contexto, acabavam produzindo raios-x, mas sem sequer saber ou notar isso. Esse fato não era notado porque a radiação não tem grande interação com a matéria, o que faz com que não seja detectada tão facilmente. E foi assim que entrou em cena, posteriormente, o talento de Roenthen.

Para provar a existência da carga das partículas presente no raio catódico, Crookes fez outra variação do experimento. Gerando campos de carga positiva e negativa, um campo ao lado da ampola, fazendo os raios serem desviados para o campo de polo positivo, concluindo assim que como os opostos se atraem no magnetismo, provou-se que o feixe era de cargas negativas.

Televisão : o tubo de imagem dos televisores é uma ampola de Crookes (alto vácuo) com certas adaptações. Os raios catódicos incidem na superfície interna do vidro, que é revestida com tinta fluorescente. Durante a descarga, a tela fica iluminada.

Lâmpada Fluorescente: A lâmpada fluorescente, (conhecidas também por, lâmpadas brancas ou frias), contém vapor de mercúrio (Hg) como gás residual. A parede interna do vidro da lâmpada é revestida com tinta fluorescente. Pela descarga no interior da lâmpada, o vapor de mercúrio (Hg), a essa pressão emite luz ultravioleta (invisível), a qual excita a tinta fluorescente, que emite luz visível característica dessa lâmpada.

Sequencialmente, em 6886, outro cientista, de nome Eugen Goldstein, descobriu os raios anó dicos ou canais , que eram raios carregados positivamente, formados pelo que sobrou dos á tomos do gá s que teve seus elé trons arrancados pela descarga elé trica. Sabia-se que estes raios possuí am carga positiva porque eram desviados na direç ã o oposta da dos raios cató dicos, ou seja, eram atraí dos pela placa negativa.

Descobriu-se entã o que o á tomo també m possuí a uma parte positiva, o que inclusive era necessá rio para manter sua neutralidade elé trica. Desse modo, J. J. Thomson propô s um novo modelo para o á tomo, apelidado de &ldquo pudim de passas&rdquo ou &ldquo pudim de ameixas&rdquo . Seria uma esfera de carga positiva, nã o maciç a, incrustada de elé trons (negativos), de modo que sua carga elé trica total é nula.

A ampola é feita de vidro ou também pode ser de quartzo e internamente a esta mesma não terá nada, ou seja, o vácuo. Contém placas metálicas ligadas a uma fonte de tensão, a qual uma placa metálica está ligada no polo negativo, o cátodo, e a outra no polo positivo, o ânodo. Quando a tensão fica alta entre as placas que estão ligadas atravessando o tubo através de raios, os chamados de raios catódicos. Desse modo, Thomson concluiu que os raios que ultrapassavam a ampola eram feixes de partículas carregadas negativamente.

Essa luminescência era gerada pelo choque dos elétrons que atravessavam o tubo e se chocavam com a parede de vidro. Observou-se também que quando um anteparo era colocado entre os dois eletrodos, era formada uma sombra no formato do anteparo, demonstrando a trajetória retilínea do raio.

Lâmpadas de Sódio (Na) e Lâmpadas de Mercúrio (Hg): A luz emitida pelas lâmpadas de sódio e de mercúrio resulta da descarga elétrica em tubos, que são cilindros de vidro, contendo vapor de sódio e vapor de mercúrio como gás residual e a baixa pressão.

Interessante, fiz um modelo de radiômetro para um trabalho de física na escola a alguns anos, funcionou porém tive problemas em criar uma fonte de energia estável a luz artificial que usei deu conta porém em pequena escala, com essa tua nova informaçã, deduzo que poderia ter usado o congelador da escola que seria mais eficaz kkkkk Abraço.

A "ampola de Crookes" é feita de vidro ou quartzo e dentro dela se faz o vácuo. Ela contém duas placas metálicas ligadas a uma fonte de tensão elétrica. A placa ligada ao pólo negativo é chamada de catodo e a outra, ligada ao pólo positivo, é o anodo. Quando a tensão entre o catodo e o anodo fica bem elevada surge um feixe luminoso que sai do catodo e atravessa o tubo. São os "raios catódicos". Esses experimentos fizeram Thomson concluir que os raios eram na verdade um feixe de partículas carregadas negativamente e que possuiam massa.

A experiência consistia em um tubo de vidro com dois eletrodos em suas extremidades, havia uma abertura pra possibilitar a retirada do ar dentro da ampola criando um vácuo moderado dentro da mesma. Quando os eletrodos eram submetidos a uma grande diferença de potencial (cerca de Volts) surgiu uma luminescência na parede oposta ao cátodo (eletrodo negativo), que recebeu o nome de "Raios Catódicos".

Um tubo de Crookes é um experimento elétrico em um tubo de descarga, onde uma parte está  no vácuo, inventado pelo físico inglês William Crookes e os outros experimentos foram feitos após com raios catódicos.

Essa luminescência é gerada pelo choque dos elétrons que atravessavam o tubo e se chocavam com a parede de vidro. Outro ponto importante do experimento é de que quando colocado algum anteparo no interior a trajetória dos raios catódicos irá ser retilínea, desviando assim do anteparo.

É assim, inclusive, que funcionam os televisores e monitores de computador, por exemplo. Apesar disso, não é preciso se preocupar, pois os materiais usados atualmente nos tubos, são diferentes dos antigos e não permitem que o raio-x vaze para o ambiente e atinja o usuário causando danos à saúde. Os mesmos ficam retidos na ampola de crookes.

Um tubo de Crookes é um experimento elétrico num tubo de descarga, parcialmente no vácuo, inventado pelo físico inglês William Crookes e outros por volta de 6869-6875, através do qual os raios catódicos foram descobertos.

É constituído por uma âmpola de vidro que contém um gás rarefeito e um eixo onde se apoia um conjunto de 9 lâminas que podem girar livremente sobre ele. As lâminas têm a particularidade de serem prateadas em uma das faces e negras na outra. Quando sobre o radiómetro incide radiação luminosa, as lâminas começam a girar, atingindo velocidades tanto maiores, quanto maior for a energia das radiações incidentes. Este fenómeno pode ser explicado pelo facto de um grande número de fotões, ao incidir nas faces negras das lâminas, ser absorvido, enquanto que quando os fotões incidem nas faces prateadas sofrem reflexão, verificando-se o desvio dos fotões incidentes na direção das faces negras, provocando a rotação do conjunto de lâminas, já que o lado negro destas, tende a afastar-se da fonte luminosa.

Amigo, boa noite. A explicação, com todo respeito, está errada. Não é por quantidade de movimento ou colisão de fótons. O movimento das pás é por transpiração térmica. Se você colocar o radiômetro no congelador, suas pás também vão girar. Espero ter ajudado.

FOGAçA, Jennifer Rocha Vargas. "O experimento de Thomson com descargas elétricas" Brasil Escola. Disponível em https:///quimica/o-experimento-thomson-com-descargas-. Acesso em 56 de novembro de 7568.

Em uma ampola, William Crookes submeteu um gás a uma pressão menor que a pressão atmosférica e a uma alta tensão. Quando os elétrons saem do cátodo, colidem com moléculas do gás e ocorre a ionização do gás e liberação de luz que ilumina toda a ampola. A partir desses experimento , J. J. Thomson observou que esse fenômeno é independente do gás e do metal utilizado no elétrodo. A partir dessa conclusão, Thomson pôde, posteriormente, descobrir a existência do elétron.

Em desenhos da ampola de Crookes pode-se observar que o ânodo e o cátodo não estão em linha reta entre eles, mas a luminosidade aparece em linha reta. Isso se dá devido ao grande momento de energia com que o elétron atravessa o tubo. Ele é atraído pelo anodo, mas como sua velocidade é tão grande, ele continua em linha reta e bate na parede oposta do tubo.

Crookes conseguiu demonstrar diversas modificações em seu experimento com o objetivo de detectar outras características de feixe de luz, como por exemplo, ao inserir uma roda de pás entre os dois eletrodos ele irá conseguir verificar dois momentos, que cada roda vai girar me direção ao ânodo, mostrando assim que o feixe iria em direção ao cátodo e o segundo momento é que o feixe poderia fazer a pá girar, podendo concluir que as partículas são carregadas de massa e não energia.

No ano de 6895, Roenthen descobriu os raios-x, mas ainda nessa época ninguém sabia do que se tratavam os raios emitidos. Acreditava-se que eram ondas eletromagnéticas, mas ainda sem argumentação convincente. Dois anos depois, J. J. Thomson, cientista inglês, descobriu e demonstrou que os raios eram formados por partículas com carga negativa que, hoje, sabemos se tratar de elétrons.

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